segunda-feira, abril 11, 2005

Ciganos

Não posso deixar de concordar com o cidadão que escreveu as seguintes linhas de texto, e aqui expor a sua indignação à qual concordo inteiramente!

... Em Monchique não há ciganos, em Lagoa não há ciganos, em Lagos não há ciganos em Albufeira não há ciganos, em Faro, o Presidente fez-lhes um ultimato (qualquer desacato causado por essa etnia) RUA da cidade. Em Portimão temos todos os que foram corridos dos sítios que atrás mencionei...

Eu como ser humano e como cristão, não tenho nada contra os ciganos, mas na boa verdade, também não tenho nada a seu favor, pois não produzem, enganam, vendem metal por ouro, põem pedras em caixas de tabaco e fartam-se de enganar os estrangeiros. Não pagam a ninguém e não passam facturas, vendem material contrafeito, exibem carrinhas de 40,000 euros e carros de topo de gama. Vivem em barracas e na altura de entregarem casas, mandam a família toda para Portimão para terem direito a uma habitação. Qualquer indivíduo normal têm que pagar para ter a sua casa, os ciganos não precisam de se preocuparem com isso, pois até, podem escolher, a tipologia e a localização. Se é mentira o que estou a dizer, passo a descrever os sítios onde os mesmos estão e que ainda a autarquia não lhes deu uma habitação de acordo com os seus ideais:


- Frente á escola primária de Alvor, uma vergonha, vende carros, as galinhas e patos vagueiam por ali ao abandono, carros velhos, assadas de sardinhas em pleno verão, e lixo permanente.

- Ao pé dos bombeiros, onde existe uma comunidade já com pavimentos em cimento (ciganos do massiólitico), cavalos e outros animais, não deixa de ter alguma graça que a proximidade do cemitério não interfere com a socialização e aparições de defuntos, como quando desmobilizados para próximo da parede do mesmo, as ciganas desmaiavam e evocavam aparições de seus antepassados.
Mais uma vez a câmara arranjou todas as condições para aquela etnia. E os Outros?
Aqueles que precisam de trabalhar e não têm emprego, porque não lhes dá "quiosques"?


Ouça, nem vale a pena, bairro pontal, aldeia das sobreiras, perto da praia do vau, cardosas, caldeira do moinho, ao pé do campo Major David Neto, enfim...

Isto é uma vergonha, farto-me de vê-los em Portimão, na Praia da Rocha nos mercados, em todo o lado, são donos de tudo. No Hospital agridem os médicos, são malcriados, agressivos e cheiram mal, querem ser atendidos sempre em primeiro lugar, falam alto e mostram desagrado por tudo e por todos, acampam na relva do Hospital e põem os rádios em alta voz como se não bastasse, ainda são capazes de ali pernoitar e pôr a lume os caldeirões de comida, que mais de 100 pessoas que por ali aparecem passados escassos 15 minutos de um deles ter sido hospitalizado. Se a coisa correr bem, isto falo independentemente do médico, que até poderia ser o melhor do mundo, para eles pouco importa, para tal ser humano ter valor teria que ressuscitar um cigano que já tinha morrido havia 2 dias, os profissionais de saúde sentem-se pressionados e receiam pela sua segurança quando o prognóstico não é favorável á sua recuperação, assim como pela segurança de seus familiares. A policia vêm, fala com eles de uma maneira suave e delicada e passados 2 minutos estão a ir embora, o receio de actuar de acordo com a situação faz com que por vezes as forças de segurança recuem, pois a comunicação social por falta de noticias, consegue meter na nossa casa dentro do ecrã, aqueles seres mal barbeados que reclamam sempre a inocência.
Admito eles são inocentes, culpado é quem lhes dá abrigo, quem lhes dá atenção, quem os ouve e quem os meteu em Portimão.

Os ciganos existem há 3 mil anos, nesta cidade existem desde que alguém começou a utilizar a matemática e incutiu em certas pessoas que os próprios faziam a diferença, para ganhar as autárquicas. A verdade é essa, o resto é um calar a quem se consente, eles existem, põem bandeiras em todo o lado e vagueiam á vontade pela cidade, eles não são indivíduos da nossa sociedade, eles são marginais, não cumprem leis, nem acatam ordens, são uma tribo, com uma cultura própria, fechados a uma exoculturação e endoculturação, vivem á margem da sociedade e não partilham dos mesmos valores que um ser humano dotado de um pensamento lógico e equilibrado nutre. Os que por aqui habitam são "os desgraçados", a autarquia ainda vai fazer mais por esta gente, eles merecem, arranjem mais barracas de venda, para eles desfigurarem, mais lugares na Praia da Rocha e Miradouro, acabem com a segurança na nossa cidade.
Eles são metidos nos melhores sítios, a câmara não cria sanitários, as crianças vagueiam por tudo o que é lugar, caras mal lavadas e no verão totalmente despidas, fazem o serviço no sítio onde lhes dá a vontade.

Sr. Presidente da Câmara, estas palavras são para si: Aconselho o Sr. repensar na sua recandidatura, o senhor têm cara de boa pessoa, mas isso não basta, temos que ser reais, temos que saber o que é o equilíbrio, saber distribuir e planificar, aprender a melhorar com os conselhos dos outros, reformular equipas e criar uma fiscalização municipal interactiva e disciplinada, com regras e estatutos próprios de acção imediata, a fim de premiar todos aqueles que sendo donos de negócios e que apostaram nesta cidade sintam nela uma esperança e uma confiança, alerto também o Sr. Paulo Reis da ACP, não é só falar mal do Retail-Park, que é uma causa perdida, proteja o comércio tradicional, combata este mal e lembre-se que o material contrafeito que estas pessoas vendem á frente de toda a gente é material que os seu associados têm a vender nas lojas, e que têm que pagar a empregados, fornecedores e ás finanças. Uma última palavra para todos os que acham que fui duro para estas pessoas: Sei do que falo e tenho plena consciência que a maioria da população pensa como eu, já fui abordado e já tive confrontos com ciganos, em ocasião alguma consegui ter um diálogo em que uma conclusão se advinha-se. Não pensem que desejo mal a esta gente, ou que sou racista, pois não o sou, mas ficaria muito satisfeito que as regras e leis que foram escritas em papel fossem usadas de igual modo na cidade onde escolhi para viver.

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