domingo, maio 29, 2005

Mensagem de Felicitações



Mensagem de felicitações do Portimão Nacional pela vitória do "Não" ao referendo sobre a Constituição Europeia em França

À Atenção de:
http://www.frontnational.com/
serviceinternet@frontnational.com

Em nome dos simpatizantes do Partido Nacional Renovador do concelho de Portimão e no meu próprio, peço a Vossa Excelência que aceite as mais sinceras felicitações pela brilhante vitória do "Não" ao referendo sonbre a Constituição Europeia em França, à Frente Nacional e a si pessoalmente. Tendo acompanhado com marcado interesse o processo eleitoral, congratulo-me igualmente com o povo Nacionalista Françês, pela serenidade e maturidade democrática exemplarmente demonstradas neste momento singular da história Europeia. Antecipo o prazer que terei em trabalhar com Vossa Excelência pelo adensamento das relações de amizade que unem a extrema-direita Portuguesa e Francesa, assim como pelo fortalecimento da cooperação luso-francesa.

Mais alta consideração,

António Oliveira
Portimão Nacional
http://portimao-nacional.blogspot.com/
portimao-nacional@hotmail.com

França diz 55% NÃO



NÃO 55% x SIM 45%

É a derrota do Sim, o Não venceu hoje em França para desespero dos defensores do sim.
Julgo não ter sido uma vitória fácil, foi necessário um combate quase corpo-a-corpo contra toda a espécie de argumentos, ameaças e politicos especialmente convidados para o evento.
Não vamos esquecer que o povo Francês votou contra a imigração descontrolada, contra a abertura das fronteiras e acima de tudo a favor da soberania nacional.

A senhora que se segue é a Holanda, onde pelas noticias que cá chegam, tudo leva a crer o Não terá uma vez mais uma redundante vitória... e tu Portugal? Quanto?... Quanto mais tempo te vais deixar embalar pelas mentiras dos politicamente correctos?

sábado, maio 28, 2005

29 de Maio, o referendo francês



A Comissão Europeia, diz-se “preocupada” com o resultado do referendo sobre a Constituição Europeia em França, onde a última sondagem aponta para mais de 60% de votos a favor do ‘não’.

Pessoalmente estou convicto que o Não não será o vencedor! Porque? bem... nesta ditadura democrática é obrigatório que o Sim ganhe. Sim, exactamente, é obrigatório! Por isso, com alguma falcatrua democrática ou fazendo referendos até que o Sim saia vencedor, o resultado final será apenas um, o do Sim. Nenhum outro resultado interessa aos politicos, e estes, vão encobrir, iludir e menosprezar numa tentativa de justificarem qualquer vitória do Não.
Cabe a nós Soldados de Rua, gritar e lutar para lhes relembrar a derrota!

quinta-feira, maio 26, 2005

em choque...



de momento ainda estou em estado de choque, voltarei dentro de momentos... mais tecnologico!

quarta-feira, maio 25, 2005

Largo da Má Língua



Foi com muita pena que soubemos que o blogue o Largo da Má Lingua vai encerrar, diariamente era um blogue de referencia na procura de noticias sobre a Figueira da Foz.
È preocupante os motivos que levam o autor a abandonar a blogoesfera, de facto no nosso país a censura encapotada não fica em nada a dever à do lápis azul.

Imposto Municipal sobre veículos



O selo do seus veículo teverá ser adquirido até ao próximo dia 15 de Julho, nas repartições de finanças, em algumas papelarias, no Automóvel Clube de Portugal (ACP) e em juntas de freguesia.
O selo, que corresponde ao pagamento do imposto municipal sobre veículos relativo ao ano de 2005, é obrigatório para todos os proprietários de automóveis, motociclos, aeronaves e embarcações de recreio, sendo que os incumpridores incorrem no pagamento de multas.

No acto do pagamento do selo, os proprietários dos veículos devem fazer-se acompanhar do título de propriedade, livrete e número de contribuinte. Os impressos podem ser adquiridos nos pontos de venda acima citados ou podem ser retirados directamente do site da Direcção-Geral de Impostos.

Impostos aumentam

Portugal aperta o cinto! É o milagre das finanças!! O governo encontra a solução para consolidar, a curto prazo, o défice das contas públicas subindo os impostos sobre o consumo. Vamos então ver a taxa do IVA de 19% passar 20%, excepto o Imposto sobre os Produtos Petrolíferos, este vai ficar a 21%. Para além de um aumento dos impostos sobre o consumo, o nosso magnanimo Dr. José Sócrates deve anunciar ainda a subida da idade da reforma dos funcionários públicos de 60 para 65 anos e a suspensão da progressão automática das carreiras no sector público.

...alguém me diz as promessas eleitorais que estes senhores fizeram, já não me recordo bem, mas julgo que foram os que conseguiram prometer mais mundos e fundos, não foi? É caso para afirmar que ganha o melhor mentiroso!

domingo, maio 22, 2005

Francisco de Barcelos Rolão Preto



..."a verdade, quando impedida
de marchar, refugia-se no
coração dos homens e vai
ganhando em profundidade o
que parece perder em
superfície... Um dia, essa
verdade obscura, sobe das
profundidades onde se exilara e
surge tão forte claridade, que
rasga as trevas do Mundo"
Rolão Preto in Inquietação

Pensamentos de um Idoso

Tenho 84 anos e agora, perto do final da minha vida, tomo consciência de que lutei, trabalhei, estudei... tudo com grande esforço e isso não me é reconhecido e não tem qualquer valor.
Hoje é tudo tão diferente, oiço em todos os cantos que é a modernidade, é a nova Era, é o caminho para a resolução de todos os males do mundo.
Eu sinceramente não vejo como. Mas hoje a minha opinião pouco ou nada conta.
Nós os velhos somos postos de parte, somos um entrave à "evolução".
Custa-me acreditar que em apenas 60 anos da nossa longa história tenhamos mudado tanto. Eu pessoalmente lembro-me do meu avô como um ser exemplar, um ser a quem devia respeito, um ser que me protegia e era cúmplice nas minhas brincadeiras.
Era antes de mais nada pai do meu pai, sangue do meu sangue, era parte da minha família.
A família sempre foi um conceito bem implantado na nossa sociedade, a família era um bem essencial à nossa sobrevivência, a família tinha um valor muito elevado, mas assim tínhamos a certeza de que tínhamos sempre alguém do nosso lado.
Ao meu pai e à minha mãe, devo tudo aquilo que sou hoje. Numa época em que poucas crianças se podiam dar ao luxo de ir à escola, eu fui. Os meus pais trabalharam arduamente para me dar a mim e aos meus irmãos aquilo que eles consideravam vir a ser um futuro melhor.
Meus pobres pais, mal sabiam eles o que estaria reservado ao seu querido Portugal.
Fui ensinado desde cedo que existiam 3 coisas que devia respeitar na minha vida: Deus, Pátria, Família.
Os meus pais diziam-me que se respeitasse estas 3 coisas seria feliz, faria os outros felizes e isso faria de mim de mim um homem digno e honrado.
Mas sempre me avisaram que não bastava dizer que se respeitava, era preciso respeitar verdadeiramente, era preciso mostrar o nosso respeito e obediência. Isso não faria de mim nenhum escravo nem humilhado.
Desde cedo senti o peso dessas palavras.
De 8 irmãos que éramos, resto eu e uma irmã. Passei por experiências na minha vida, que embora me tenham tornado mais forte, não o desejo a ninguém.
Como eu disse éramos no total 8 irmãos. 3 raparigas e 5 rapazes, de todos os rapazes eu era o mais novo.
Talvez por isso nunca tive bem a noção (na altura) do porquê de as coisas acontecerem.
Nasci no ano de 1921, uma época turbulenta, em que a paz era tão frágil como um copo de vidro entre duas paredes que se vão colar.
A primeira Guerra Mundial havia acabado e eu nascera durante esse tempo de paz traiçoeira.
Mesmo em Portugal sentiu-se esse clima.
Consegui mesmo assim ir para a escola numa altura em que Portugal também vivia à relativamente pouco tempo numa república.
Quando completei 18 anos o mundo resolveu "brindar-me" com o inicio da segunda guerra mundial.
Os meus 2 irmãos mais velhos partiram para a guerra (não, não eram obrigados a ir, mas fizeram-no). Não percebi o porquê de irem, mas diziam-me que era algo que tinham de fazer.
Grandes admiradores de Hitler desde a sua subida ao poder em 1933, acreditavam que com a sua ideologia a Europa iria reafirmar-se.

Tinha a esperança de que pelo menos 1 iria voltar a ver. Enganei-me. Em 1942, recebi a notícia de que ambos haviam morrido "com dignidade" em combate.
Em 1945 acabava a segunda guerra mundial com a vitória dos aliados.

Fiquei nessa altura confuso. Havia perdido 2 irmãos numa guerra que eu pensava não ser deles e, pior, aquilo pelo qual eles haviam lutado perdera também.
A guerra mundial havia acabado e os meus pais sentiam agora a dor de terem perdido 2 filhos, no entanto diziam ter orgulho de terem 2 filhos tão corajosos ao ponto de darem as suas vidas por algo que acreditavam.

Terminei os meus estudos com 26 anos, disposto a utilizar os meus conhecimentos da melhor maneira que sabia.
Num tempo que hoje se diz ter sido retrógrado e conservador, vivi numa família que sem rebaixar os principais valores, não fez distinção entre homens e mulheres. Se eu acabei o meu curso, também as minhas 3 irmãs os tiraram. E claro os meus irmãos.
Foi complicado, mas os 6 irmãos que continuávamos vivos, conseguimos.
Aos meus 30 anos perdi a minha mãe, foi mais um duro golpe, mas tive de "aguentar".
O meu pai entrara numa grave depressão, e a ideia de poder vir a perder mais 3 filhos com a guerra que se adivinhava deixou-o de rastos.
Estávamos durante o governo ditatorial de Salazar. E a vida era complicada. Quando a guerra estalou nas colónias, todos os portugueses que lá estavam regressaram mas pior que isso foi as "gentes de lá" que vieram atrás.

Tal como o meu pai havia previsto, os seus 3 filhos homens foram chamados a combater. Nenhum de nós os 3 fugiu.
Não condeno quem não quis ir à guerra. Muitos chamam cobardes aos que fugiram. Eu simplesmente acho que se eles pensaram que aquela guerra não era deles, acho bem que não tenham lá ido. Vocês lutariam por algo que não acreditassem?

Lembrei-me nessa altura dos meus 2 queridos irmãos. Teríamos nós os 3 o mesmo destino? Não.
Dos 3 irmãos que fomos, voltámos 2. O meu irmão que voltou comigo viria a falecer mais a minha irmã mais velha nas mãos de 3 imigrantes (que eu vim a descobrir mais tarde serem angolanos) durante um assalto.
Conseguem imaginar o que sentia o meu pai?
Ficara eu, 2 irmãs e o meu pai. Os meus dois irmãos deixaram filhos, que com alegria ajudei a criar. Também eram afinal sangue do meu sangue.
Depois da guerra do ultramar veio o 25 de Abril. Prometeram tanta coisa, disseram que a partir dali tudo iria melhorar. Seríamos livres, haveria igualdade entre os homens e mulheres, e os direitos humanos e liberdade seriam cabeça de cartaz de uma revolução.

Eu próprio achei que daria alguma coisa. Mas hoje com 84 anos recordo com mágoa as sábias palavras do meu avô: " Não há nenhuma revolução que se faça sem sangue".
Estas palavras fazem de facto pensar.
Após o 25 de Abril vi a minha vida andar um pouco torta. Em vez das guerras dos campos de batalha vi-me a enfrentar outro tipo de guerras.
Vi o meu pai falecer dignamente de velhice aos 96 anos, a família nunca o abandonou.
Vi as minhas cunhadas que haviam perdido os meus irmãos nas guerras, ficarem sem apoios, os meus sobrinhos conseguiram ir vivendo porque felizmente eu os pude ir ajudando, e mais uma vez agradeço aos meus pais a educação que me deram.
Vi serem-lhes negados apoios porque o estado dizia não haver dinheiro.
Assisti revoltado à vinda de imigrantes para faculdades, com o apoio do nosso estado, com casas onde ficar, com carros para se deslocarem, e vi os meus filhos e sobrinhos terem de apanhar transportes, e em dias de chuva chegarem molhados a casa (não que lhes faça mal andar de transportes).
Vi a minha irmã morrer num lar porque a pouca reforma que ficou a ganhar após longos anos de trabalho mal dava para pagar a comida e medicamentos. Assisti com mágoa à luta dos meus filhos para conseguirem entrar na Universidade, enquanto os que vieram de fora tinham logo acesso ao ensino superior.
Pede-se igualdade, também acho que deve haver igualdade. Mas cada um no seu país. Não venham da fora fazer as vossas revoluções aqui.
Estou no meu pais e sinto-me tudo menos em casa.
Dói-me o coração quando olho e vejo que só se lembram de Portugal para futebol como no Euro2004 em que aí todos se lembraram que eram portugueses e colocaram as bandeiras de Portugal em todas as janelas.
E já que falo de deporto, antes tínhamos portugueses bons hoje não lhes damos valor e temos de ir busca-los ao estrangeiro.

Tenho pena pelos meus filhos e netos que irão viver num mundo que eu não ajudei a construir, vão estudar para no fim não terem emprego, visto que está ocupado por um imigrante que “coitadinho” precisa de ajuda.
Irão morar em bairros (numa visão optimista) que em cada 10 pessoas, 3 são brancas e Portuguesas.
Em que já não existirá uma noção de família nem de amor, em que Deus não será mais que um conto de fadas, em que as palavras «honra» e «dignidade» farão rir qualquer um e que a homossexualidade será algo tão natural como o percurso que a água faz da nascente até ao oceano.
Em que o aborto é tão normal como termos que respirar para viver e as opiniões dos velhos, que antes eram tidas como sábias, serão alvo de chacota e chamadas de retrógradas.

Não me chamem retrógrado, nem antiquado.
Posso ter 84 anos, posso ser velho mas a minha mente mantém-se intacta. Não precisei de drogar-me, de fumar nem de embebedar-me para conquistar raparigas.
Não irei dizer “no meu tempo”, mas haviam valores a respeitar.

Hoje filhos matam pais, espancam as mulheres, violam-se raparigas, rouba-se tudo. Chamam a isto evolução? Prefiro então não evoluir.
Ao menos não verei os meus netos serem roubados, nem as minhas netas violadas ou a fazerem abortos.
Não me chamem conservador nem racista, não me chamem nada disso. É crime defender a minha opinião?
Apenas defendo a minha família, o meu país e o meu Deus. Não quero que o resto do mundo seja igual a mim. Quero é que o meu país seja igual a mim.
Um país onde eu me sinta em casa, em que não veja crianças portuguesas no meio da rua a pedir uma moeda para poderem comer, porque o resto da família está no desemprego, enquanto os senhores de África e de Leste vivem no luxo ocupando lugares que não lhes pertence.
Não quero ver os meus netos adquirirem costumes que não são deles porque está na moda sermos “todos irmãos”. Não somos todos irmãos ninguém repara isso?

Olho para gente nova que hoje se ergue a defender valores como os meus e isso dá-me uma réstia de esperança. Faz-me pensar que afinal nem tudo está perdido, existem pessoas que podem mudar o rumo da nossa história.
Não sou contra a evolução desde que esta não faça desaparecer valores essenciais.

Certamente irão olhar para estas minhas palavras e mais uma vez irão dizer que parei no tempo. Não me importo. Se isso proteger a minha família o meu país, assim seja.

Agora que caminho para o fim da minha vida ponho a mão na consciência e afirmo pela última vez antes de morrer: “Por favor dêem Portugal aos Portugueses”

Origem: Anonimo.

Afinal quem somos nós?



Quando se pensa no que é ser europeu, o leque de interro-gações torna-se bastante maior, sobretudo desde que o multiculturalismo se tornou o 'leitmotiv' dos movimentos ditos politicamente correctos.

Esta simples interrogação pode pôr-se em termos individuais, familiares, territoriais ou mesmo continentais. A resposta que lhe dermos tem, na actualidade, a maior importância.

De facto, cada um de nós vem de uma família. Normalmente dá origem a uma outra, que, por sua vez, integrará uma parte da primeira, e assim sucessivamente.

Além disso, nascemos numa região, que faz parte de um país, o qual, por sua vez, integra um continente. Alguns de nós irão deslocar-se para outros países ou continentes e até pode acontecer que neles constituam novos agregados. E estes podem ter muito pouco a ver com aqueles que lhes deram origem.

Acresce, ainda, que fazemos parte de uma raça, seja ela qual for, que temos, ou não, determinada prática religiosa e que defendemos certas ideologias.

Quando se pensa no que é ser europeu, o leque de interrogações torna-se bastante maior, sobretudo desde que o multiculturalismo se tornou o leitmotiv dos movimentos ditos politicamente correctos.

Só para se ter uma pequena ideia do que, hoje, é a Europa basta lembrarmos que a Alemanha tem 7,3 milhões de residentes estrangeiros, metade dos quais são muçulmanos e 70% são de origem turca; que na Suécia 15% dos habitantes são imigrantes, na sua maioria curdos, iranianos, iraquianos e somalis; que na Bélgica 5% da população provêm de Marrocos e da Turquia e que em Inglaterra 8% da população e 26% dos habitantes de Londres são estrangeiros.

Espanha decidiu, há pouco tempo, conceder autorização de residência permanente a todos aqueles que provem ter trabalho garantido. Calcula-se que a medida poderá levar à legalização de cerca de 800 mil imigrantes.

Que sentido faz, então, falar da Europa, dos seus valores, da sua História ou da sua cultura, se não tivermos em atenção que em 2030 não haverá outra solução para preencher o gap de 20 milhões da sua população activa?

Que sentido fará tentar aculturar populações cujos hábitos são sensivelmente diferentes dos nossos? Ou, ao invés, que sentido faz promover o multiculturalismo quando, na prática, o sentido dúbio que se lhe atribui tem promovido mais a separação de comunidades raciais e culturais do que ajudado a sua coexistência pacífica? Porque, infelizmente, esta é a lição que se tira de países europeus com amplas comunidades de culturas e religiões diferentes, que constituem uma constante fonte de tensões.

E, à semelhança do que sucede aos indivíduos que, por via dos estudos ou da vida profissional, saem do seu meio de origem para uma terra de ninguém, também aqui, a segunda geração - já nascida na Europa, da qual se sente parte integrante - constitui um espinho de islamismo num continente que perdeu muitas das suas referências ou raízes cristãs.

É neste contexto que se torna cada vez mais difícil responder à pergunta que titula esta crónica. E, como muito bem diz o prof. Xavier Pintado, o paradoxismo desta situação é tanto maior quanto "uma das principais tendências que neste momento estão a dar uma nova forma ao mundo consiste no declínio do cristianismo na Europa e na sua expansão em África, na Ásia e na América Latina. O que poderá tornar a Ásia o continente do futuro e transformar a Europa no continente do passado"?

Uma outra ameaça à identidade europeia e ao sentimento de "pertença" que, antes, lhe estava associado, vem do alargamento a Leste da União Europeia. Com efeito, esgotada a tradicional emigração do Sul para o Norte ou da periferia para o centro, é cada vez mais expressivo o número de europeus que deixa o seu país, sem que se percebam, ainda, quais as razões do abandono dum continente que, durante séculos, foi gerador de pensamento, cultura e prosperidade.

Os números falam por si. Na Holanda saíram 50 mil em 2003; na Alemanha 127 mil e na França mais de 30 mil.

Quem sabe, face a estes factos, dizer quem são hoje os europeus?

Se tivéssemos a coragem de aplicar idêntico raciocínio a Portugal e aos portugueses, seguramente que a "angústia" da resposta não seria muito diferente.

Quem somos nós, afinal?

Origem: Diário de Nóticias

sexta-feira, maio 20, 2005

Grande Prémio de Portugal/Algarve F1 Motonáutica



No próximo fim de semana, 21 e 22 de Maio, Portimão vai viver mais um Grande Prémio Portugal /Algarve F1 em Motonáutica. Velocidade e espírito competitivo fazem o espectáculo, num rio que transborda de emoções e nos convida a partilhar momentos inesquecíveis. Os melhores pilotos e equipas do mundo dão aqui início à época 2005 do Campeonato do Mundo de F1 em Motonáutica, naquele que é o maior evento desportivo do Algarve e único no nosso País.

Os nativos poderão ainda deslumbrar-se com a presença na tribuna VIP das seguinte celebridades:

- Sua Excelência o Presidênte da República
- Sua Excelência o Primeiro Ministro
- Presidente da Câmara Municipal de Portimão
- Presidente da Região de Turismo do Algarve
- Presidente do Clube Naval de Portimão
- Presidente da Federação Portuguesa de Motonáutica


PNR desmente mais uma vez o «Expresso»



Semanário «Expresso» divulga mentiras sobre o PNR. A tempo e horas a nossa resposta. «O Partido Nacional Renovador (PNR), visado no artigo “Concerto de ‘skins’ abre guerra em Palmela”, da autoria de Valentina Marcelino e publicado na edição de 14 de Maio do «Expresso», vem ao abrigo da Lei de Imprensa, exigir o direito de resposta. Nesse artigo tenta-se associar o PNR a entidades e a iniciativas com as quais este Partido não tem nada a ver. Uma organização política legal e reconhecida pelo Tribunal Constitucional como é o PNR não organiza, não incentiva nem financia eventos desse cariz. Não cabe aqui questionar o interesse, a oportunidade ou a legalidade do evento, mas tão somente e apenas desmentir qualquer ligação desta força política à organização do evento, e sobretudo recusar, por intencional e provida má fé, as afirmações que dão a entender “o apoio do Partido Nacional Renovador (PNR) a este movimento”, e que “no seu sítio na Internet, os ‘hammerskins’ agradecem ao PNR por ter financiado a viagem das bandas estrangeiras”. Estas afirmações, independentemente da sua fonte ou proveniência, não correspondem minimamente à verdade. Repetimos: o PNR não só não financiou o evento, como não se associou, fosse de que forma fosse, à organização do mesmo. Estranhamos esta atitude da jornalista do «Expresso» uma vez que, sem nunca nos ter contactado sobre este ou qualquer outro assunto, e depois de no dia 22 de Fevereiro deste ano termos desmontado e desmentido, de forma categórica, o artigo que na altura assinou no «Expresso», volta agora de novo – refugiando-se em comentários e fontes sem credibilidade – a insistir na ligação do PNR a iniciativas com as quais este Partido não tem nada a ver. Por último, visto que o PNR tem contabilidade devidamente organizada, nos termos da lei, ao contrário de outros partidos que têm sido repetidas vezes multados pelo Tribunal Constitucional por apresentação irregular das contas, não temos problemas em disponibilizar desde já ao «Expresso» o acesso às contas — certificadas por TOC e auditadas pela Price Waterhouse Coopers —, onde se registam todos e quaisquer movimentos do Partido, dos mais vultuosos aos mais insignificantes, para que não mais se possa repetir a atoarda de que o PNR financia ou sequer comparticipa certas iniciativas.»

quinta-feira, maio 19, 2005

IIª Semana Académica - PORTUS MAGNUS
Portimão



MAIO

19 21h00 - Abertura da Semana Académica
___21h30 - Noite Serenatas Praça Manuel Teixeira omes
___24h00 - VOXX

20 - Mega acampamento na ilha de Tavira

21 - Mega acampamento na ilha de Tavira

22 - Mega acampamento na ilha de Tavira

23 - Conferência - ISMAG+ISHT=ISMAT "O MOTOR DO DESENVOLVIMENTO NA REGIÃO"
.........21H00 - Praça Manuel Teixeria Gomes
.........22h30 - Concerto NO ONE YET
.........24h00 - SPORTS Bar

24 21h00 - Beto Fitness Club "body combat, body attack"
........22h30 - Concerto
........24h00 - OUTRO BAR

25 21h00 - Concertos de bandas
.................... Praça Manuel Teixeira Gomes
...................... - VERTIGO
...................... - MOTHER'S LAST CHILD
...................... - NEW LEVEL
...................... - TRASHCAN
.......24h00 - Pé de Vento

26 1º Festival Tuna Magnus
.......21h00 - Praça Manuel Teixeria Gomes
.......24h00 - VOXX

27 Comemorações Aniversário Manuel Teixeira Gomes
.......21h00 - Stand up Comedy - SERAFIM
.......21h00 - Clube Boa Esperança - Largo da Igreja
.......Sessão de Autógrafos
.......24h00 - Pé de Vento

28 Apresentação equipa de Futsal - 1ª Grande Gala de Finalistas do ISMAT 2005
.......Tivolli Arade - MARINA DE PORTIMÃO

29 15h30 - Benção das Pastas no ISMAT
........17h00 - QUeima das fitas - Praça Manuel Teixeira Gomes


quarta-feira, maio 18, 2005

Alta Autoridade para a Comunicação Social
dá razão ao PNR no recurso contra
o “Tal & Qual” – Parte II



«IV. Conclusão. Tendo apreciado um recurso do Partido Nacional Renovador contra o “Tal & Qual” por este não ter publicado um texto de resposta que o Partido recorrente procurara, ao abrigo do direito de resposta, divulgar no referido semanário em reacção a peças inseridas por este na edição de 4 de Março de 2005, peças que associavam o PNR à ideologia e a práticas nazis, o que o recorrente considerou afectar a sua reputação e boa fama, a Alta Autoridade para a Comunicação Social delibera dar provimento ao recurso, uma vez verificado que ocorrem nesta situação os pressupostos legais para o reconhecimento do direito, pelo que em sequência determina que o texto de resposta seja publicado pelo “T&Q”.» Esta deliberação foi aprovada por unanimidade.

Resposta do PNR a desmentir a RTP



A RTP emitiu notícia falsa sobre o PNR. Eis a nossa resposta. «O Partido Nacional Renovador (PNR) vem junto da RTP, ao abrigo da Lei de Imprensa, exigir a divulgação deste esclarecimento, sob a forma de direito de resposta, em face do conteúdo da peça televisiva emitida no Telejornal do passado sábado, dia 7 de Maio, no qual se noticiou que "nacionalistas de vários países europeus estiveram hoje reunidos num encontro internacional promovido ou apoiado pelo Partido Nacional Renovador". Na peça, tenta-se associar o PNR à iniciativa, o que não tem qualquer cabimento. Estranhamos o teor da notícia, tanto mais que, na manhã de sábado, a jornalista da RTP Cristina Pereira contactou telefonicamente com o PNR, sendo-lhe dito que o Partido nada tinha a ver como evento, cuja realização desconhecíamos. Esclarecida a jornalista, pensámos ter ficado claro que não éramos tidos nem achados no assunto. Não obstante, a RTP noticiou a mentira, não referindo sequer o contacto prévio com o PNR. Esclarecemos que não existe qualquer ligação desta força política com os organizadores de semelhante evento, e a nossa colagem ao mesmo, depois de o termos negado de forma clara, só pode ser considerada má fé por parte dessa estação de televisão.»

Resposta do PNR ao Correio da Manhã



Depois de visado pelo Correio da Manhã, o PNR repõe a verdade dos factos. «O Partido Nacional Renovador (PNR), visado no artigo "Skins identificados", da autoria de Falcão-Machado e publicado na vossa edição de 9 de Maio, vem junto do CM, ao abrigo da Lei de Imprensa, exigir o direito de resposta. Nesse artigo tenta-se associar o PNR a entidades e a iniciativas com as quais este partido não tem nada a ver. Uma organização política legal e reconhecida pelo Tribunal Constitucional como é o PNR não organiza nem incentiva eventos desse cariz. Não cabe aqui questionar o interesse, a oportunidade ou a legalidade do evento, mas tão somente e apenas desmentir qualquer ligação desta força política à organização do evento, e sobretudo recusar, por intencional e provida de má fé, a afirmação de que foi o "PNR que financiou a vinda de bandas estrangeiras.". Esta afirmação é redondamente falsa. Repetimos: o PNR não só não financiou o evento, como não se associou, fosse de que forma fosse, à organização do mesmo. Estranhamos esta atitude do Correio da Manhã, até porque nunca nos contactou sobre este ou qualquer outro assunto, e lembramos a este respeito que há pouco mais de dois meses, na sua edição de 4 de Março, também o CM nos tentava ligar ao padre Serras Pereira que, na altura, se pronunciou sobre determinadas matérias, da maneira e da forma que livremente entendeu.»

Alta Autoridade para a Comunicação Social
dá razão ao PNR no recurso contra
o “Tal & Qual” – Parte I



«III.2. O “Tal & Qual publicou peças em que, directa e indirectamente, é referido o PNR. Este sentiu ameaçadas as suas reputação e boa fama e procurou exercer o direito de resposta, através de meios que julgou adequados. O semanário não publicou a resposta, por razões que não se conhecem. (…)
III.3.1. As peças publicados pelo “Tal & Qual” afectam indubitável e manifestamente a reputação e boa fama do Partido recorrente, ao associá-lo de forma expressa a acções ilegais, inclusive sob o alegado âmbito de vigilância e investigação policiais. Essas acções, para além de ilegais são conotadas pelo semanário sem qualquer ambiguidade com a ideologia e com práticas nazis, conotação indiscutivelmente agravante à luz de conceitos político/culturais praticamente unânimes na sociedade portuguesa, como de resto no conjunto da comunidade internacional dos nossos dias. A lesão da reputação e boa fama do PNR provocada pelas peças de 4 de Março de 2005 é por conseguinte incontornável.
III.3.2. A legitimidade do recorrente não suscita também quaisquer dúvidas. O Partido é interpelado frontalmente, como se disse, e ganha assim a inteira legitimidade para exercer o direito de resposta.»

terça-feira, maio 17, 2005

Afinal...

CABO VERDE: O ORGULHO DE SER AFRICANO

Alguns políticos em Portugal bem intencionados têm andado a falar na adesão de Cabo verde à União Europeia, como uma espécie de palmadinha nas costas por não sermos tão pobres como outros países africanos e por termos atingido o estatuto de “País de Desenvolvimento Médio.

Mário Soares e Adriano Moreira tinham até sugerido que Cabo verde poderia ser um candidato à cobiçada EU. Mas como? Será Senegal candidato também? Está bem mais perto da Europa que nós. E Síria? E Argélia?

Como disse o Secretário de Estado do MNE português na segunda feira num artigo no JN: . "No artigo 1 do Tratado, é dito que qualquer país europeu que respeite os critérios de Copenhaga pode ser candidato. Não creio que Cabo Verde seja europeu."

E muito bem. Acaba-se este sonho duma vez para sempre. Cabo Verde é africano, temos laços africanos com outros países africanos e deveríamos estar mais empenhados em apoiar e trabalhar na União Africana, sob a Nova Parceria para o Desenvolvimento Africano do que nutrirmos quaisquer aspirações para sermos o bobo da festa na União Europeia, onde os nossos poucos recursos iriam ser roubados e saqueados, onde iríamos ver barcos de pesca espanhóis nas nossas águas, onde iríamos ver a pouca agricultura que temos colonizado por franceses e italianos e onde iríamos ver cada vez mais na nossa costa intransitável a nacionais por terem construído hotéis com tudo incluído onde cabo-verdianos não podem ir.

Não quer dizer que deveríamos ter relações más com os portugueses e os europeus – devemos dar as boas-vindas a eles quando eles nos vêm visitar – mas devemos ter o orgulho de sermos africanos e esquecer essas ideias quixoteanas.

Pertencemos à União Africana, não à União Europeia – é essa nosso espaço, embora devemos dizer muito obrigado a Mário Soares e Adriano Moreira pelas suas boas intenções.


John LOPES
PRAVDA.Ru
PRAIA CABO VERDE

Devem despedir-se funcionários públicos?



SIM

Se os salários pagos aos funcionários públicos pesam tanto nas despesas do Estado, a contenção das mesmas tem de passar necessariamente pela redução de pessoal. No entanto, ela deve ser efectuada de uma forma criteriosa, baseada sobretudo em rescisões amigáveis e o pagamento de indemnizações adequadas para os que optam por essa via possam, por exemplo, investir numa outra actividade profissional.

Sabrina Hassanali, Subeditora do Mundo



NÃO

Há um equívoco do tamanho do défice sobre a função pública: nem todos são presidentes de empresas e de alguns institutos ou directores-gerais, os que, no fundo, não ganham bagatelas. Já alguém concluiu quantos enfermeiros ou funcionários judiciais há a mais?! Estudem, primeiro. Revejam os ordenados superiores ao do Presidente da República, depois. E despeçam os gestores incompetentes.

Ricardo Tavares, Jornalista

Pouparemos 1300 milhões/ano?



SIM

A redução da despesa pública é uma necessidade e se Portugal não conseguir cumprir essa meta haverá em menos de dez anos uma grave crise, que colocará o Estado próximo da bancarrota e haverá dificuldades em honrar os compromissos financeiros, como pagamentos de salários e reformas. O único antídoto é poupar agora e haver critérios mais exigentes para aplicação de dinheiros públicos.

Armando Esteves Pereira - Editor Executivo


NÃO

As despesas com pessoal e as transferências do Estado para garantir a sustentabilidade da Segurança Social são duas variáveis sem qualquer flexibilidade. Não é possível dispensar funcionários públicos, e mesmo que o fosse eles deixariam de pesar nas despesas correntes do Estado, para passar a serem sustentados pelo Orçamento da Segurança Social. Ém um constrangimento inultrapassável.

Miguel Alexandre Ganhão - Editor de Economia

Promessas... promessas...



... e toca a preparar para apertar o cinto! O actual executivo, depois de todo este tempo conseguiu finalmente descobrir o desequilíbrio orçamental, vamos ter que poupar 4 mil milhões de euros nos próximos anos, e novidades?

• aumentam os combustíveis;
• aumentam o IVA;
• aumentam os imposto sobre os produtos petrolíferos;
• portagens nas SCUTS,
• aumentam os imposto sobre o tabaco;
• congelamento dos salários da Função Pública;
• suspensões da progressão automática das carreiras da Função Pública;
• cortes no investimento público.

Estas são algumas das hipóteses já em cima da mesa, a longo prazo, as medidas do executivo podem passar pela revisão das regras dos subsídios de desemprego, pela equiparação do regime de pensões da Função Pública ao regime geral da Segurança Social e ao aumento da idade de reforma, para além de medidas efectivas de redução de organismos do Estado e do número de funcionários públicos.

Mas não me digam que ainda estavam à espera de algum milagre? Naturalmente que todos os nossos politicos conseguem ter ordenados em muito superiores aos dos nossos visinhos espanhõis, naturalmente que as campanhas politicas dão para gastar 21 milhões de euros (ver mais), naturalmente que os autarcas acumulam reformas com salários (ver mais, naturalmente que pagamos a segurança dos nossos politicos (ver mais), naturalmente que podia estar aqui quase que interminavelmente e naturalmente que conseguimos ter os salários mais baixos da União Europeia (ver mais)... naturalmente lá vai o zé povinho apertar o cinto para pagar as trafulhices e burrices dos nossos queridos e amados politicocratas.

Eras tu (Pátria)... e entardecia



Tudo por ti fiz Luís Vaz.
Em altares de palavras te viajei.
Tua sombra segui, tuas penas e teus cantos escrevi.
Já a glória entrevia, já a claridade da praia
avistava nos Tejos do regresso.
Já pelos contornos dos amores minha pele ávida ansiava nua
quando te revi ao longe no salmão da tarde e na espuma da maresia.

Eras tu, enfim (Pátria)


Autor: Augusto
Preço: 11 euros
Ano de publicação: 2003
Formato: 14,5x20,5 cm
Acabamento: brochado com badanas
Disponibilidade: Disponível
N.º de páginas: 80
ISBN: 972-8459-74-2
Classificação: poesia

sábado, maio 14, 2005

Alemanha mais próximo da ratificação



A câmara baixa do parlamento alemão, a Bundestag, ratificou por esmagadora maioria o Tratado Constitucional Europeu no passado dia 12, dando desta forma o que os apoiantes do Sim consideram um importante sinal aos eleitores em França e na Holanda, que referendam o documento a 29 de Maio e 1 de Junho, respectivamente.

De saliêntar que Peter Gauweiler, deputado da União Social-Cristã, interpôs um recurso junto do Tribunal Constitucional, argumentando pela necessidade de um referendo prévio à ratificação por mero acto parlamentar. O Tribunal decidiu, pasmem-se no mesmo dia 12, que o voto parlamentar é suficiente.

Entretanto, alguns dos 16 Estados da federação alemã, cada um dos quais com assento na câmara alta do parlamento central, já sugeriram que poderão adiar a votação final para Junho, o que pode retirar a Jacques Chirac o estímulo alemão para o "Sim" francês ao Tratado Constitucional europeu.

Moção de censura a Barroso



O eurodeputado británico, Nigel Farage reuniu as 74 assinaturas necessárias para apresentar uma proposta no Parlamento Europeu para que se agende a votação de uma moção de censura ao presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, isto tudo, ainda por causa das férias oferecidas a bordo do iate de um amigo milionário grego. Muito naturalmente e ao jeitinho politicoportugês o nosso antigo primeiro-ministro considerou a iniciativa "completamente absurda".

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As férias gregas de barroso

Sócrates apoia Turquia



José Sócrates e Ahmet Necdet Sezer, presidente da Turquia, estiveram em Sintra numa almoçarada à boa maneira portuguesa. José Sócrates aproveitou para reitorar o apoio de Portugal à adesão da Turquia à União Europeia salientando a diversidade cultural da UE.
Vai lá vai... até os nossos Reis devem ter dado uma volta nos túmulos!

quinta-feira, maio 12, 2005



A moeda única europeia iniciou a sessão de hoje a perder terreno face à divisa norte-americana, seguindo perto do mínimo do ano, com os investidores à espera da divulgação das vendas a retalho nos Estados Unidos da América (EUA).
O euro estava a ser transaccionado nos mercados cambiais a 1,2760 dólares, abaixo dos 1,2804 dólares registados no encerramento de ontem.

O dólar está a ser animado pela expectativa de subida das vendas a retalho nos EUA, a divulgar hoje, e que de acordo com as estimativas dos analistas, deverão ter subido o máximo em quatro meses em Abril. Hoje também serão conhecidos nos Estados Unidos os novos pedidos de subsídio de desemprego, na semana terminada a 7 de Maio.

Como diria a minha avó... "a ver vamos! a ver vamos!"

Mais do mesmo...

Estudos, inquéritos, análises e estatisticas... nada diferente... mais do mesmo! Talvez face à "Cidadania Activa", são agora divulgados os estudos levados acabo pela oposição, neste caso pela empresa Intercampus com um universo de 625 pessoas das 3 freguesias de Portimão. Já agora, alguém sabe quem foram os responsáveis pelo inquérito da "Cidadania Activa"?

Bem... Aqui fica a sondagem, divulgada esta quarta-feira no blog A Solução Para Portimão:

A actuação do Presidente da Câmara nos últimos 3 anos tem sido muito positiva, positiva, negativa ou muito negativa?
Muito Positiva 3,5%
Positiva 17,8%
Negativa 64,3%
Muito Negativa 2,7%
NS/NR 11,7%

Desta lista de pessoas, diga-me por favor qual ou quais conhece ou já ouviu falar (pode registar mais do que uma resposta)?
Manuel da Luz 94,1%
Joaquim Piscarreta 58,6%
João Amado 27,5%
Jaime Dias 46,4%
José Canelas 26,9%
Nenhum destes 2,9%
NS/NR 1,6%

Desta lista de pessoas, quem preferiria para Presidente da Câmara Municipal de Portimão?
Manuel da Luz 48,8%
Joaquim Piscarreta 38,7%
João Amado 1,6%
Jaime Dias 3,8%
José Canelas 1,1%
NS/NR 5,9%

No final deste ano, vão haver novas eleições para a Câmara Municipal. Se os partidos concorrentes e os candidatos forem os que constam nesta lista, como pensa votar?
PS Manuel da Luz 45,1%
PSD Joaquim Piscarreta 35,2%
CDS/PP Jaime Dias 9,1%
PCP/CDU José Canelas 2,4%
Voto Branco/Nulo 2,9%
Não irá Votar 2,7%
NS/NR 5,4%

"Boa Esperança" no mediterrâneo



A caravela "Boa Esperança", utilizada pelos Portugueses nos descobrimentos do Atlântico e também conhecida por caravela do Infante ou caravela dos Descobrimentos pondera estar presente na 5ª edição da Regata das Velas Latinas a decorrer de 19 a 22 de Maio em Saint-Tropez, França.

Este evento foi criado em 2001 por iniciativa do município Saint-Tropez, tornou-se, em 4 edições, no símbolo da cultura marítima mediterrânica, com uma participação internacional única.
Vêem-se embarcações vindas da Sardenha, Itália, Espanha e Portugal, de toda a costa francesa mediterrânica: catalanes, felouques, pontiagudos de Toulon, bettes e tartanons do Estaque, tarquiers de Saint-Tropez, antigos marbriers, mourres de pouar, gozzi ligures e guzzi sardes são juntados baleinières, yoles e este ano dos rameurs tradicionais, e dos anexos à vela latina.
Estes pequenos barcos ornam o porto e animam o Golfo Saint-Tropez durante a semana.

quarta-feira, maio 11, 2005

Arte Equestre



Durante o mês de Maio, todas as quartas-feiras pelas 11h00, a Escola Portuguesa de Arte Equestre apresenta um espectáculo nos jardins do Palácio de Queluz. Devo confessar que o dia e a hora não me parece ser a melhor para quem, como a maioria de nós, trabalha. Mas de qualquer das formas, e caso não consigam por lá passar às quarta-feiras, sempre têm a possibilidade de passar na própria Escola, são feitos treinos todos os dias à partir das 09h00, incluindo fins-de-semana.
Infelizmente para nós, cá da aldeia, sempre são 600km para a visita...

Ideias perigosas

Recebi por e-mail a seguinte mensagem de um tal Sr. Jorge Dias. Não vou comentar nem opinar, deixo-vos essa tarefa...

"Génio ou louco, chamem-lhe o que quiserem, não sou nem serei admirador de Adolfo Hitler [«Humano, demasiano humano», GR 223], antes pelo contrário, mas há uma coisa que temos de reconhecer: ele foi honesto quando tomou o poder na Alemanha e disse sempre ao que vinha e o que queira fazer, não mentiu a ninguém; fez o que quis, quando e como quis enquanto pôde. Contrariamente aos políticos de hoje, incluindo os que governam o Vaticano, que dizem uma coisa às massas e fazem outra nos bastidores. Os Bush, Blair, Berlusconni, Barroso, Sharon, etc., em nome da democracia e da liberdade, bombardearam, mataram e estropiaram, envenenaram todos os que se puseram à frente das suas armas. Hitler fê-lo em nome do partido, do Estado, da política e da raça, não enganou ninguém e por isso teve logo tantos opositores dentro e fora da Alemanha, enquanto os actuais políticos vestem-se de anjos para fazer exactamente o mesmo da mesma maneira e com os mesmo objectivos - tudo o que condenamos na acção do ditador nazi. Não quero que concordem com o que digo, mas há que reconhecer que, antes como hoje, o que as potências queriam e querem é usurpar os recursos dos mais fracos, impondo-se-lhes pela força das armas. Ao menos façam como Hitler fez, sem mentiras, jogos de bastidores ou demagogia bacoca."

Jorge Dias e-mail

segunda-feira, maio 09, 2005

Histórias de Encantar
O Gafanhoto e a Formiga



Versão Clássica
Era uma vez uma formiga muito trabalhadora, ali estava de sol a sol, construindo sua toca e acumulando suprimentos para o longo inverno que se aproximava. Por perto o gafanhoto viu aquilo e pensou: - Que idiota! E passava o tempo às gargalhadas, cantando e dançando. Assim passou o verão inteiro; com o chegar do inverno, enquanto a formiga estava aquecida e bem alimentada, o gafanhoto não tinha abrigo nem comida; morreu de fome.
Moral da História: Seja trabalhador, previdente e responsável.

Versão Partidocrática
Era uma vez uma formiga muito trabalhadora, debaixo de um sol escaldante de verão, construiu a sua toca e acumulou suprimentos para o longo Inverno que se aproximava. Por perto o gafanhoto viu aquilo e pensou: - Que idiota! E passou o verão às gargalhadas, cantando e dançando.
Com o chegar do Inverno, o gafanhoto, tremendo de frio, armou uma barraca de lona à porta da toca da formiga, convocou a imprensa para uma entrevista e exigiu explicações: Por que é permitido à formiga, uma toca aquecida e boa alimentação, enquanto os gafanhotos estão expostos ao frio e morrendo de fome? Compareceram todos os órgãos da comunicação social à entrevista, RTP, SIC, TVI, Diário de Noticias, Correio da Manhã, Independente, Público, Rádio Renascença, TFS e outros (até a Rádio Alvor lá estava) tiraram muitas fotos do gafanhoto trémulo de frio e com sinais de desnutrição.
As imagens dramáticas na televisão mostraram as deploráveis condições do gafanhoto, sentado num banquinho debaixo de uma barraca de plástico preto, depois, depois mostraram a formiga na sua confortável toca, onde estava uma mesa farta e variada. O programa do Manuel Luís Goucha apresentou durante 15 minutos o tema, mostrando o gafanhoto cambaleante. O povo português estava perplexo e chocado com o contraste. A BBC de Londres manda a Portugal uma equipa especial para fazer uma reportagem para ser distribuída para toda a Europa. A CBS nos Estados Unidos interrompe uma entrevista colectiva sobre a guerra do Iraque antes da entrega dos Óscares, para mostrar como anda a cidadania dos gafanhotos portugueses.
A notícia recebe apoio imediato de Francisco Lousã, com a ressalva de que os recursos devem ser dirigidos ao programa Fome Zero do governo de José Sócrates, e cogita uma Emenda Constitucional que aumente os impostos para as formigas e ainda obriga as comunidades a promover a integração social dos gafanhotos.
A formiga, multada por supostamente não entregar sua quota de folhas verdes ao Ministério das Folhas e não tendo como pagar todos os impostos e contribuições em que fora autuada assim como os respectivos retroactivos, pede falência.
As Finanças instauram de imediato uma comissão de inquérito para investigar a falência fraudulenta de inúmeras formigas abastadas. O Ministério das Folhas nomeia uma comissão de auditores fiscais suspeitando de que as formigas tenham desviado recursos do FF5 (folhas frescanº 5 de Banco Central) e suspeitas de lavar folhas.
O gafanhoto decide invadir a toca da formiga e lá acampa. A formiga pede ajuda às autoridades policiais, mas é informada que não existem efectivos para atender a ocorrências desta natureza e que por orientação do Secretário de Segurança, que deseja evitar confronto com os SEM TOCAS, não podem fazer nada. A formiga recore à justiça na esperança de obter a reintegração da toca, mas é negado, o juiz invocou um novo ramo do direito, "O ECONÔMICO" e sentencia que a formiga não provou a produtividade da Toca.
O Ministério da Reforma Agrária desapropria a Toca da Formiga, por não cumprir sua função social e a entrega ao friorento e desnutrido gafanhoto. O Ministério da Justiça examinando folhas do Jornal Última Hora, descobre que o gafanhoto no passado esteve preso, por promover algumas greves, assaltos e sequestros (crimes políticos), conseguindo a sua inclusão no grupo dos perseguidos políticos com direito a indemnização governamental e pensão vitalícia, é imediatamente encaminhado o caso para o escritório do brilhante deputado Marques Mendes, em Lisboa, para entrar com um pedido de indemnização milionária (claro que ele ficará com 40%, mas isso já é outra história) que o Estado Português (leia-se contribuintes) deverão pagar!!!!

Moral da História: ?

Europa em expansão



Cabo Verde vai pedir adesão à UE

Encontra-se na nossa capital o primeiro-ministro cabo-verdiano José Maria das Neves, argumenta o senhor que veio para uma visita de trabalho, tendo o desprazer de anunciar a intensão de Cabo Verde apresentar a proposta formal de adesão à União Europeia (UE) ainda este ano.

Será que não têm professores de geografia em Cabo Verde? Porque não apresenta ele a proposta à UA? Sim, União Africana faria muito mais sentido que tentar enfiar a ilha de Cabo Verde na europa, quanto é que custará rebocar aquilo até à europa? Não deve ficar barato.

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E esta em?

Holanda "37% Não" vs "22% Sim"



A última sondagem na holanda efectuada pelo Instituto Interview-NSS revela que 37% dos eleitores holandeses pretendem votar Não ao referendo da Constituição Europeia na Holanda, 22% votão Sim e 41% ainda estão indecisos.
Apenas 39% das 600 pessoas interrogadas nesta sondagem afirmaram participar no escrutínio, 61% disse não tencionar ir às urnas. O referendo holandês tem um valor consultivo e não é formalmente vinculativo. Apesar disso, os dois principais partidos do país, os cristãos-democratas (CDA, no poder) e o partido de oposição trabalhista (PVdA), fizeram saber que seguirão o resultado da votação caso a participação às urnas ultrapasse os 30%.

domingo, maio 08, 2005

21 mil desempregados imigrantes

Há mais de 21 mil imigrantes desempregados em Portugal, de acordo com os valores registados pelos centros de emprego, o número de estrangeiros desempregados aumentou mais de 11% em relação ao ano passado. A subida do desemprego imigrante é de 3%, mais um pequeno fardo a suportar pelo nosso já tão minguo Fundo de Desemprego.

Propaganda Rosa Choque



Portimão debate cidadania activa e qualidade de vida
Quatro em cada cinco portimonenses dizem-se orgulhosos de viver em Portimão- esta é uma das principais conclusões do inquérito "cidadania activa", promovido pela Câmara Municipal de Portimão em Dezembro último e hoje apresentadas em conferência de imprensa, no Hotel Oriental, na Praia da Rocha. Os portimonenses apresentaram como vantagem de viver em Portimão, o mar e a praia (25%),a segurança/tranquilidade (10,4%) e o clima (8,8%). Mais informação na edição impressa de 12 de Maio.

Mas é claro que só podia... Jornalismo não tem cadeira de matemática nem estatistica nos cursos, logo começam a ser apresentadas noticias que 4 em cada 5 dizem-se orgulhosos de viver em Portimão! 4 em cada 5 são 39238,16(em 2001) só que apenas 6588,8 habitantes responderam ao inquerito, ou seja 4 em cada 5 são na realidade 5271,04!

A estatistica é maravilhosamente linda, mais um caso extraordinário!

Análise dos resultados
da "Cidadania Activa" - Parte I



Afirma o município que a participação pública ultrapassou as expectativas, afirma o município que os portimonenses responderam em massa ao apelo, afirma o município que as famílias deram a sua opinião!
Bem... quer dizer... se de 16915 famílias, 2272 é responder em massa ao apelo... se 2272 é ultrapassar as expectativas do município... e afirmar que as famílias deram a opinião... não estará o município a ser incongruente e utópico?

É que com uma taxa de crescimento Algarvia de 21,1%, referenciada pelo INE, o presente ano de 2005 não irá ter as ditas 16915 famílias de 2001! Mas para já vamos ignorar este facto para a estatística.

Se cada família, como refere o mesmo documento municipal, tem 2,9 pessoas logo responderam 6588,8 pessoas, sim 6588,8 de um total de 49047,7 do concelho de Portimão. Quer dizer, respondeu uma (1) pessoa em nome do agregado familiar (2,9), não será necessáriamente a expressão da vontade das 2,9 pessoas... Mas para já vamos também ignorar este facto para a estatística.

Agora questiono eu a ala leste do Palácio Bívar: 6588,8 de 49047,7 é responder em massa ao apelo? 6588,8 de 49047,7 é ultrapassar as expectativas do município? Meus senhores afinal o que é que andam ai a fazer? E notem que são 6588,8 do ano de 2005 e 49047,7 do ano de 2001! Mas para já vamos também ignorar este facto para a estatística.

Vêm então, tentar jogar areia aos olhos aos 49047,7 dos portimonenses de 2001 que este inquérito é a opinião dos portimonenses de 2005?!? Este inquérito, reflecte o total desinteresse dos Portimonenses para com a gestão da ala leste do Palácio Bívar e para com o seu Jardim das Rosas, reflecte que em votos para a autarquia tinham acabado de perder o Palácio!

Meus Senhores, se isto não é "puxar a brasa à vossa sardinha", não sei o que lhe chamar!