sábado, julho 30, 2005

COMUNICADO DA COMISSÃO POLÍTICA NACIONAL DO PNR



PNR RECLAMA PRISÃO EFECTIVA PARA INCENDIÁRIOS

Ante a apatia das autoridades perante mais uma vaga de fogos que ciclicamente devastam as florestas do nosso país, o PNR, para além de lamentar a inexistência de uma correcta política florestal, vem reclamar junto dos governantes a coragem necessária para promover a alteração do Código Penal, com vista ao substancial agravamento das penas previstas por fogo posto (que no máximo, o que jamais acontece, só pode ir até aos 10 anos) e que em caso algum a pena possa ser substituída por qualquer outro mecanismo, quer para os autores materiais, quer para os seus mandantes.

Os portugueses e o PNR não se podem conformar que, não obstante o inferno que todos os anos assola o nosso País, não haja nenhum incendiário desde 1998 a cumprir pena de prisão por tão hediondo crime.

quarta-feira, julho 27, 2005

Presos politicos na Republica Portuguesa

A liberdade igualitária diferencial da justiça Portuguesa...

Quando cidadãos a cumprir dívidas para com a sociedade lhes é negada a tão esperada liberdade condicional, tendo como única justificação o ALARME SOCIAL que criariam, somos obrigados a concluir que existem presos políticos em Portugal.

Quando a uns se movem mundos e fundos para não os colocar atrás das grades, quando se criam regras e obrigam as forças de autoridade a habilmente falsear as estatísticas do crime em Portugal, a outros, apesar de cumprirem exemplarmente o tempo que a sociedade os obriga a cumprir pelos erros que cometeram, apesar de já terem atingido mais de metade das suas penas, o sistema e a justiça democrática Portuguesa e unicamente porque perfilham uma ideologia que luta contra a hipocrisia vigente na classe política e nas elites dominantes que controlam este país, mantêm-nos fechados, afastados da sociedade!. Qualquer caso considerado normal, ou seja, qualquer “jovem” que tenha assaltado 20 idosos, violado, assassinado, comercializado documentos, armas e drogas pesadas, a liberdade condicional teria sido concedida ao atingir a metade da pena, democraticamente a ideologia de alguns presos fazem com que estes sejam perseguidos e mantidos em cativeiro. E
xistem presos políticos em Portugal!

Alarme Social... a nossa liberdade só está garantida quando houver segurança, e essa tem-nos sido privada desde 1974.

Encontro Nacionalista do Norte e Centro

Decorreu no passado dia 23 de Julho, na cidade do Porto, o Encontro Nacionalista do Norte e Centro, um evento inédito no seio movimento nacionalista português. Organizado pelo PNR-Porto e pela FN, este evento reuniu mais de 60 pessoas e destinou-se a promover o convívio entre nacionalistas e o debate de questões relacionadas com a organização interna do movimento nacionalista em Portugal.

A mesa foi presidida por José António Pombal (Relações Internas do PNR). Presentes na mesa estiveram também o Presidente do PNR, José Pinto-Coelho, o Delegado da distrital do Porto, Carlos Branco, o Coordenador Nacional da Juventude Nacionalista, Filipe Batista e Silva e os representantes da FN e da TIR, Nuno Bispo e António Soares, respectivamente.

Cada elemento da mesa teve alguns minutos para fazer uma breve intervenção, a que se seguia um período de perguntas e respostas. Foram abordados aspectos diversos da vida do movimento nacionalista e, em particular, do PNR. Questões práticas de militância e de ideologia não deixaram de ser igualmente discutidas.

O Presidente do PNR apelou à unidade dos nacionalistas em torno do PNR e teve ainda oportunidade para esclarecer os presentes da situação interna do Partido, decorrente da recente Convenção Nacional. O Delegado do PNR-Porto falou dos perigos da imigração extra-europeia. O Coordenador Nacional da JN fez uma breve apresentação daquilo que será organização e modus operandi da Juventude Nacionalista e apelou a um espírito combativo de todos os Portugueses, em especial dos nacionalistas, em oposição à actual sociedade materialista e de consumo, que paralisa os instintos de identidade e auto-defesa. O representante da FN sublinhou o apoio desta organização ao PNR. O representante da TIR abordou brevemente três dos principais perigos que enfrenta a sociedade portuguesa: a mudança da lei nacionalidade, que irá consagrar o Solo, ao invés do Sangue, como principal factor de nacionalidade; a quebra demográfica e o lóbi homossexual.

No final do Encontro, o Hino Nacional foi entoado com todo o vigor.


A mesa.


Uma outra prespectiva da mesa.


Da esquerda para a direita: José Pinto-Coelho, José António Pombal, Carlos Branco.


Intervenção de Carlos Branco.


A assistência.



fonte: PNR Porto

António de Oliveira Salazar (1889 - 1970)



António de Oliveira Salazar (1889 - 1970)

Professor universitário, estadista e ditador português. Foi ministro das Finanças entre 1928 e 1932. Entre 1932 e 1968 foi o ditador que dirigiu os destinos do seu país, com o título de presidente do Conselho. Em 1951, após a morte do marechal Carmona, exerceu interinamente o cargo de Presidente da República. Nasceu em Vimieiro, Santa Comba Dão em 28 de Abril de 1889, e faleceu em Lisboa em 27 de Junho de 1970.

Faz hoje 35 anos que morreu o Drº António de Oliveira Salazar.

sexta-feira, julho 22, 2005

IRS?!?



O novo ministro das finanças, Fernando Teixeira da Silva, tomou posse a 21 de Julho de 2005! Este é o senhor que com toda a sua deslumbrante sapiência e inteligência vai obrigar todos os Portugueses a pagar os seus impostos! Este é o senhor que vai gerir as finanças da Nação! Este é o senhor que vai fazer aplicar impostos, taxas e coimas...
Este é o senhor que não tem dado conta, como devia, do total de rendimentos que aufere, do activo patrimonial no país e no estrangeiro, nem fez a menção dos cargos sociais remunerados que exerceu deste o ano 2000!
Com que direito e com que moral, é este senhor capaz de aceitar o cargo de ministro das finanças?

quarta-feira, julho 20, 2005



A Associação de Dadores de Sangue do Barlavento do Algarve em conjunto com o Serviço de Imunohemoterapia do Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio estão a promover uma recolha de sangue para o próximo mês de Agosto. Das 9h00 às 12h30, no dia 7 de Agosto, poderá deslocar-se ao Centro Hospitalar do Barlavento, antigo HBA, no Serviço de Sangue, no primeiro andar do edifício e fazer a sua dádiva de sangue!

Portimão o reino da confusão

Diz o PSD, através de um comunicado oficial, que o seu nome está a ser usado indevida e abusivamente para confundir e convencer o eleitorado a assinar a proposição de uma pseudo candidatura independente no município de Portimão.
Suponho que se estejam a referir ao grupo intitulado "A Solução para Portimão", que, de igual forma também supunha pertencerem agora todos ao grupo "Portimão Primeiro", mas isto supunha eu... ao que parece o Sr. Paulo Reis está a desenvolver uma campanha de recolha de assinaturas! Supunha eu pertencerem todos à mesma cor politica, supunha... mesmos amigos, se não conseguem controlar os próprios membros do partido, como esperam convencer o eleitorado?

PS: Ao que isto já chegou!

Encontro Nacionalista Norte e Centro


Encontro Nacionalista Norte e Centro
23 de Julho - 15h30
Porto

A quem se destina?

A todos os nacionalistas do Norte e Centro de Portugal, independentemente da idade, filiação ou ramo ideológico.

Quais os objectivos?

O encontro destina-se a promover o convívio entre nacionalistas, bem como debater e delinear métodos e técnicas de acção local e regional.

Data e hora:

Sábado, 23 de Julho, 15h30.

Local:

Salão Nobre da Junta de Freguesia de Sto. Ildefonso, Porto (Rua Gonçalo Cristóvão, perto do edifício do Jornal de Notícias). Ver mapa.

Iniciativa:

Nacionalistas do PNR e da FN.

Mais informações:
PNR: pnr.porto@portugalsempre.com
Tel: 96 488 10 83

FN: porto@frente-nacional.org
Tel: 91 301 31 61

Entrada Livre!


No mesmo dia, e no âmbito do Encontro Nacionalista do Norte e Centro, decorrerá um almoço nacionalista em Santa Maria da Feira, organizado pelo PNR-Aveiro e FN-Aveiro e aberto a todos os nacionalistas da região. O encontro será pelas 12h.

Os nacionalistas que aí almoçarem juntar-se-ão no Porto para o Encontro Nacionalista do Norte e Centro.

Informações e marcações:
pnr-aveiro@hotmail.com ou tel: 91 873 75 32

terça-feira, julho 12, 2005

Comunicado da Comissão Política Nacional do PNR



O PNR e a Lei da Nacionalidade

O governo anunciou a sua intenção de, com carácter de urgência, rever a Lei da Nacionalidade, com vista a tornar mais fácil a obtenção da nacionalidade portuguesa e consagrar o «jus solis». Quer isto dizer que a nacionalidade portuguesa será concedida a quantos nasçam em Portugal, quaisquer que sejam as suas origens.

A medida visa, segundo os que nos governam, facilitar a «integração» social dos imigrantes. Trata-se ou de ignorância, ou de má-fé! Por um lado, a maior parte dos imigrantes não quer ser «integrada», antes exige viver de acordo com os costumes e usos de seus antepassados; por outro lado, a «nacionalização» destes estrangeiros vem dificultar ou até mesmo impedir a indispensável expulsão ou repatriamento dos mesmos nos casos em que cometam crimes, por exemplo

O PNR entende por isso que, a ser alterada, a legislação deve caminhar no sentido da consagração do «jus sanguinis», à semelhança do que ocorreu já noutros Estados da União Europeia, como a Irlanda.

Os Portugueses são os filhos dos Portugueses. A nacionalidade não se compra; herda-se.


11 de Julho de 2005

segunda-feira, julho 11, 2005



De facto há quem não tenha mesmo nada para fazer! A blogesfera começa a ser estudada, analisada, referenciada, dissecada, querem incutir regras, técnicas e ética? Será que não posso dizer muito mal? Talvez pouco! Não me posso expandir alarvemente e textualmente contra o x ou o y? Uma das poucas formas que ainda temos de chatear quem nos faz "orelhas moucas".

Um Guia Ético e Técnico para o Blogouve-se, estou pasmo... como se não chegasse, temos ainda investigações sobre blogues e analises de blogues políticos, onde iremos parar?

sexta-feira, julho 08, 2005

O Estado da Nação



Não, não vou reclamar, afirmar, repudiar ou mesmo criticar... apenas me espantou a quantidade de militares dos três ramos das Forças Armadas que fardados ocupavam as galerias de São Bento, durante todo o debate do Estado da Nação. Eis uma forma de protesto encontrada por aquelas associações das Forças Armadas contra o que consideram ser a diminuição dos direitos sociais dos militares. De referir ainda que muitos deles tiveram de esperar largas horas até poderem tomar o seu lugar no hemiciclo.

Ideias muito avançadas...



IDEIA 1

O ministro das Reformas, Roberto Calderoli afirma que o Estado estava com Caim e agora, com a nova lei, protege, finalmente, Abel, ou em português corrente, que contrariamente ao que se tem passado até agora, os cidadãos passarão a estar antes dos delinquentes.
Instalou-se a polémica em Itália. O Senado deu o primeiro passo para a aprovação de uma controversa lei sobre a legítima defesa, sendo alterado o artigo 52, o que na prática permite que, sempre que o agredido tenha de defender a sua própria vida ou a de pessoas próximas, possa disparar sobre os ladrões que entrem em casas, escritórios ou ainda estabelecimentos comerciais.


IDEIA 2

Os ministros do Interior de Espanha, França, Alemanha, Itália e Reino Unido, grupo denominado G-5, anunciaram a organização, nos próximos dias, de voos conjuntos para devolver imigrantes ilegais aos países de origem.


IDEIA 3
Malta foi contactada pelo Ministério alemão do Interior e deu o acordo para participar nesse projecto, está disposta a participar nos voos de expulsão de imigrantes clandestinos oriundos do mesmo país.

Usurpação da Nacionalidade



A Nação é a comunidade de indivíduos que tem em comum uma raça, uma etnia, uma língua e uma consciência nacional. Uma Nação é pois um dos graus da estirpe, a par da Família, da Etnia e da Raça. Consequentemente, só pode fazer parte de uma dada Nação, quem nasça no seio de famílias pertencentes a essa Nação. Assim, a Nação herda-se – nunca se compra, nem se adquire por meio de «serviços» (que é o mesmo que comprar), nem tampouco pelo nascimento num determinado local.

Se esta última condição fosse válida para garantir a pertença a uma dada Nação, então também seria válida para estabelecer a pertença a uma dada família. Suponha-se por exemplo que uma família Costa dava abrigo em sua casa a uma pobre mulher desconhecida que estivesse prestes a dar à luz. Será que o filho nascido debaixo do tecto da família Costa, teria direito a herdar a casa da família Costa? Nenhum direito, como é bom de ver.
Mais: em sendo a mulher da família Silva, o seu filho, nascido no domicílio dos Costa, só teria direito ao que pertencesse à família Silva, porque o seu sangue assim o determinaria.

Ora, uma Nação é como uma família maior; e o território de uma Nação é como a sua casa. Conclui-se, facilmente, que só é membro da Nação quem seja filho de pessoas dessa Nação, nascendo ou não em território nacional. É por isso que o único critério de nacionalidade legítimo é o do Ius Sanguinis, isto é, o Direito de Sangue: só deve ser cidadão nacional quem seja filho de cidadãos nacionais.

Ora, à luz do que aqui fica exposto, será que um imigrante pode ser cidadão nacional? Evidentemente que não. E o filho do imigrante, mesmo que nasça em território nacional, tem direito a ser cidadão nacional? Evidentemente que não, pelo mesmo motivo que os seus pais estão excluídos da Nacionalidade. Nada mais legítimo.

No entanto, há quem tenha tal ódio às diferenças entre os homens, à simples existência de raças, de etnias, de famílias até e, no que nos interessa neste caso, de nações, que tudo faz e tudo fará para que todas as fronteiras naturais entre os homens sejam abolidas – para que todos os elementos que definem identidades sejam por fim suprimidos. Estes, que assim pensam, são os universalistas. Toda a Esquerda é universalista – e o governo que dirige Portugal neste momento, sendo fundamentalmente de Esquerda (por mais pormenores ditos «direitistas» que alguns lhe atribuam), vai impor, amanhã, a alteração à lei da Nacionalidade, fazendo com que, a partir de agora, todos os filhos de imigrantes legalizados que nasçam em Portugal, passem a ser automaticamente portugueses. Deste modo, o poder esquerdista (do governo, mas também da ralé adjacente, porque as principais forças da comunicação social e da «intelectualidade» estão certamente a favor de tal medida, basta ver que nenhum partido com assento parlamentar se opôs a essa obscenidade) pega na noção de Nacionalidade e esvazia-a por completo, em nome do seu ideal universalista.

Todo o governo é nada mais do que um órgão eleito pelo povo que tem por função administrar o Estado. Mas o Estado não é a Nação. O Estado é tão-somente uma instituição ao serviço da Nação. O Estado é pois regido pelo governo – mas o governo não tem o direito de alterar a própria essência da Nação, porque não pode ir além das suas competências, que são, repita-se, meramente administrativas.

Assim, este governo mexe no que não lhe pertence – porque em sendo a Nacionalidade um direito de todos os Portugueses, nenhum português tem o direito de a alterar, pois que, actuando desse modo, interfere com o que também pertence aos outros portugueses.
Voltando ao exemplo concreto que foi dado acima a respeito das famílias, o que o governo está a fazer é como se um dos membros da família Costa decidisse que o recém-nascido da família Silva, também teria direito à propriedade dos Costa – seria, obviamente, um gesto de injusta arbitrariedade. O que o actual governo socialista está a fazer em Portugal, é pois um crime contra a Nação – e, se houver justiça no Destino, um dia os seus responsáveis serão julgados em tribunal.

Retornando, uma vez mais, ao exemplo das famílias... suponha-se que o filho da mulher Silva, mudava de apelido, passava a chamar-se Costa... quer isso dizer que a família Costa teria de o reconhecer como membro da família Costa, e, portanto, com todos os direitos de herança que têm os filhos da família Costa? Tal aceitação da parte dos Costa, seria um absurdo lógico. Do mesmo modo, o facto de o governo socialista resolver dar um bilhete de identidade nacional a todos os alienígenas nascidos em Portugal, não deve ser levado em linha de conta pelo Povo consciente. Trata-se de uma situação aberrante que, um dia, talvez possa ser corrigida – e com efeitos retroactivos, por mais que isso custe a alguns.

Porque é que o governo socialista resolve tomar uma medida desta envergadura precisamente nesta altura? Repare-se:

Num momento em que todas as sondagens da opinião pública, revelam, sem deixar margem para dúvidas, que o Povo não quer mais imigrantes, e, especialmente, não quer mais africanos;

Numa altura em que certa sondagem em concreto revelou que o Portugal está em quarto lugar na Europa em termos de hostilidade à imigração;

Num cenário político-social em que se torna óbvio que o Nacionalismo pode crescer em Portugal tanto como cresceu em França, por exemplo (onde Le Pen aterroriza meio mundo), como a manifestação de dia 18 de Junho sobejamente o demonstrou, marcando bem a espontânea aderência popular aos ideais nacionalistas (já que nenhum partido consegue convocar manifestações com tanta gente não militante);

Numa situação destas, a elite político-intelectual que governa o País, resolve pura e simplesmente acelerar o passo: apressar o processo de «universalização» de Portugal, isto é, de diluição do Povo Português, para que as forças nacionalistas não tenham tempo de crescer. Com a população não portuguesa a aumentar de número e a possuir direito de voto, aumenta também a quantidade de cidadãos que nunca votarão no Nacionalismo, mas sempre nos partidos de ideal universalista.

As «elites» de Esquerda querem pois que o resultado da sua acção seja irreversível. Há também, nessas fileiras universalistas, quem siga a moral de dar a outra face – e, perante a violência crescente perpetrada por «jovens» filhos de imigrantes, a Esquerda opta por dizer «Não nos batam, não vêm que nós gostamos de vocês e queremos que vocês sejam dos nossos?»
Ora, a ralé criminosa, com o seu instinto predatório da selva, percebe o sentido de tal atitude: percebe que se trata de pura e simples fraqueza. Percebe que se trata de uma profunda recusa da resistência.
Ora, o criminoso, o abusador, o agressor, o provocador, o que quer mostrar que ele é que manda


Esse tipo de sujeito, fica comovido por atitudes de fraqueza?

O Povo sabe bem que quem muito se agacha, acaba por mostrar as nádegas. No dia Dez de Junho, a escumalha criminosa africana resolveu mostrar aos Portugueses quem é que mandava. Fez o que fez numa praia, e que já tinha feito noutras ocasiões. Nenhum dos integrantes dessa escumalha foi preso. No dia seguinte, fizeram o mesmo no Algarve. Poucos dias depois, assaltaram livremente quem lhes apeteceu, na linha de Sintra. Houve até portugueses que ficaram feridos ao saltarem do comboio: tal foi o pânico que sentiram.

Em suma, a escumalha criminosa percebe, perfeitamente, que faz o que quer e lhe apetece sem que a «sociedade racista!!!» (que eles acusam...) lhes aplique o menor castigo. E se aparece algum cidadão, menos entorpecido, a querer dar-lhes o devido correctivo, eles, criminosos, sabem que haverá logo um coro de «castrati» a cantarolar loas ao anti-racismo e a vituperar quem se quer pura e simplesmente defender dos criminosos alienígenas.

E depois de tudo isto, o governo até lhes dá cidadania. O resultado?

A escumalha criminosa percebe que a táctica da violência resulta. E, evidentemente, continua a proceder como sempre procedeu, mas de um modo cada vez mais grave e ofensivo da dignidade dos Portugueses. E se alguém resolver falar em travar a imigração e repatriar os criminosos alienígenas, aparecerá uma ou várias formas sub-humanas de vida a responder «Ai não!, agora já não pode ser, porque agora, já são portugueses...»
Aliás, isto foi realmente dito, a propósito do arrastão – um porta-voz do CDS/PP chegou mesmo a dizer, na Assembleia da República, que os jovens que fizeram o arrastão de Carcavelos, «são portugueses», e frisou-o bem frisado.

Com a nova lei, essa abjecção, esse NOJO REVOLTANTE, repetir-se-á em frequência e em intensidade. E é por isso que digo e repito: o verdadeiro Povo não pode reconhecer a validade da alteração legal da lei da Nacionalidade. E não pode porque o governo não tem legitimidade moral para o fazer. Falo pois do direito à desobediência civil, previsto na Constituição.
Efectivamente, o Povo tem o direito de resistir aos abusos de poder – isto, até os democratas mais abrilistas reconhecem, como por exemplo o BE, que andou a dar colóquios à sua jumentude, ensinando-lhe técnicas de desobediência civil.

Daí se conclui que é preciso, agora mais do que nunca, passar palavra:

À REVOLTA, PORTUGUESES!!!


Artigo original publicado por Caturo em Gladius na Sexta-feira, 18 de Julho de 2005

quinta-feira, julho 07, 2005

Automóveis digitais



O Governo está a estudar a possibilidade de introduzir a identificação electrónica nos automóveis, através de um dispositivo colocado nas matrículas, anunciou o secretário de Estado das Obras Públicas, Paulo Campos!
Já estou a ver prós e contras... uma delas é o estado policial ou a ditadura, sim! Por muito estranho que possa parecer ao caro leitor, a esquerda também têm estados de ditatura!

MP faz descontos de quantidade?



O Ministério Público no julgamento do processo da Casa Pia, representado pelo procurador João Aibéo não quer imputar mais crimes a Cruz, neste caso seria imputado a Carlos Cruz mais um crime de lenocínio ou em português corrente de favorecimento à prostituição.

Adesão da Turquia à UE



O chefe da diplomacia de Ancara, Abdullah Gul, anunciou ontem que as negociações para a adesão da Turquia à UE começam, como previsto, a 3 de Outubro, apesar da contestação. "Em democracia é preciso enviar mensagens à população. As posições anti-turcas devem ser contextualizadas, pois também há fortes apoios a Ancara na Europa."

Desculpe?



O ministro das Finanças, Campos e Cunha depois de muito ponderar subiu a taxa de IVA de 19% para 21%! Este, até ao dia 6 de Julho, culpabilizava a subida dos impostos os "conselhos" do tal relatório Constâncio. Ao que parece, a desculpa, não era lá muito convicente, vai dai, a partir de hoje, 7 de Julho, a subida dos impostos devem-se aos custos das medidas extraordinárias lançadas pelos ex-ministros Manuela Ferreira Leite e Bagão Félix. Murmurou ainda que a titularização dos créditos fiscais ao Citigroup, "que salvou o défice de 2003", custa este ano "mais de 400 milhões de euros", enquanto a transferência do Fundo de Pensões da CGD para a CGA "custou ao Estado 470 milhões de euros".

AHHH... deslumbrante, sim senhor! Ainda bem que nos esclareceu... pessoalmente não estava a "curtir" nada esse tal de Constâncio, e esta desculpa nova, sempre é mais standarizada. Sim já estamos habituados a culpar os que nos precederam e a apresentar sempre valores muito grandes sabe-se lá bem do que, mas são sempre muito impressionantes e ficam bem em qualquer lado! Não posso deixar, uma vez mais, de apresentar o meu mais sincero obrigado por mais esta elucidação.

Violentos? Nós?



Extrema-esquerda, anarquistas e antifas... Violenta? Onde? Os actos testemunham os factos... porque não "jornalizam" isto os senhores jornalistas?

terça-feira, julho 05, 2005

Comunicado da Comissão Política Nacional do PNR



Jardim dá razão ao PNR

Alberto João Jardim, em recentes declarações, condenou a invasão imigrante de que Portugal é alvo, salientando a concorrência desleal que tanto prejudica o povo madeirense. Fê-lo no seu estilo costumeiro: sem papas na língua, nem receio do “politicamente correcto”.
O PNR aprecia a coragem do Presidente da Região Autónoma da Madeira, e faz notar que as suas declarações vêm ao encontro do que este Partido tem vindo persistentemente a denunciar e defender. Alto à imigração!

Defender Portugal e os Portugueses não é crime! Ao invés, é um acto da mais elementar justiça. Por muitos rótulos que a ditadura do pensamento único nos queira colocar, e por muito que tentem distorcer sistematicamente as nossas ideias, não nos deteremos face a tentativas torpes de diabolização.

Crime, isso sim, é a traição à Pátria e ao povo português, vinda da extrema-esquerda e de boa parte do sistema, que saem sempre em defesa de quem nos invade, ignorando as graves sequelas que isso provoca a Portugal.

Será Alberto João Jardim “racista” e “xenófobo” por ter proferido tais afirmações? Será o PNR “racista” e “xenófobo” por denunciar incansavelmente a invasão imigrante? Quer-nos parecer que racistas anti-portugueses, isso sim, são antes aqueles que cega e fanaticamente exigem tolerância com quem nos desrespeita e são intolerantes com quem defende Portugal.


5 de Julho de 2005

sexta-feira, julho 01, 2005

50 anos depois?



Decorria o ano de 1955, em Portugal criou-se o Serviço de Química e Metalurgia, no Laboratório de Física e Engenharia Nucleares (LFEN) em Sacavém, laboratório esse que pertencia à Junta de Energia Nuclear (JEN). Inaugurado um ano depois, bons tempos em que de projecto à construção o tempo era curto, e com as instalações totalmente apetrechadas.
A energia nuclear estava então em primeiro plano e a importância da metalurgia para os reactores nucleares era universalmente reconhecida. Acresce que o urânio português era uma esperança sebastiânica e a ideia de dominar a sua tecnologia terá pesado na largueza com que o LFEN foi equipado. Foi adquirida e montada uma instalação piloto para a produção de urânio a partir dos nossos minérios, a qual produziu urânio metálico pela primeira vez em 1961...
Extraordinariamente, e passados apenas 50 anos, concluiu-se que afinal não é má ideia! As únicas palavras que tenho para dizer são: "Porra até já parece o Alqueva! Quem será que tem estado a lucrar com negócio do petróleo?"

O Dilúvio



Um dia, o Senhor chamou Noé Portuga e ordenou-lhe:
- "Dentro de seis meses, farei chover ininterruptamente durante 40 dias e 40 noites, até que todo o Portugal seja coberto pelas águas.
- Os maus serão destruídos, mas quero salvar os justos e um casal de cada espécie animal.
- Vai e constrói uma arca de madeira".
No tempo certo, os trovões deram o aviso e os relâmpagos cruzaram o céu.
Noé Portuga chorava, ajoelhado no quintal da sua casa, quando ouviu a voz do Senhor soar, furiosa, entre as nuvens:
- Onde está a arca, Noé?
- Perdoe-me, Senhor – suplicou o homem. Fiz o que pude, mas encontrei imensas dificuldades:
Primeiro tentei obter uma licença da Câmara Municipal, mas para isso, além das altas taxas para obter o alvará, pediram-me ainda uma contribuição para a campanha de reeleição do respectivo presidente
Precisando de dinheiro, fui aos bancos e não consegui empréstimos, mesmo aceitando aquelas estonteantes taxas de juros.
Afinal, nem teriam mesmo forma de me cobrar a dívida depois do dilúvio.
O Corpo de Bombeiros exigiu um sistema de prevenção de incêndio, mas consegui-o contornar, subornando um funcionário.
Começaram então os problemas com uma associação ambientalista para a extracção da madeira. Eu disse que eram ordens suas, mas eles só queriam saber se eu tinha «projecto de reflorestamento» e um plano muito complicado que nem me lembro o nome".
Neste meio tempo, a dita associação descobriu também uns casais de coelhos guardados numa capoeira do meu quintal, que consideraram serem de uma espécie em vias de extinção. Além da pesada multa, o fiscal falou em "pena de prisão" e eu acabei por ter de matar o fiscal, uma vez que para este crime a lei é mais branda e só remotamente dá logo pena de choça.
Quando resolvi começar a obra, apareceu um outro fiscal de um departamento de um estranho e vago organismo do Estado e multou-me porque eu não tinha um engenheiro naval responsável pela construção e coisa e tal.
Depois, apareceu o Sindicato exigindo que eu contratasse os seus marceneiros com garantia de emprego por um ano.
Vieram em seguida os tipos do fisco, falando em "sinais exteriores de riqueza" e também me multaram.
Finalmente, quando a Secretaria de Meio Ambiente pediu o "Relatório de Impacto Ambiental" sobre a zona a ser inundada, mostrei o mapa de Portugal e foi aí que me quiseram internar num hospital psiquiátrico! Sorte que o INSS, estava em greve.
Noé Portuga terminou o relato chorando baba e ranho, mas notou que o céu clareava e perguntou:
- Senhor, então não irás mais destruir Portugal?
- Não! - respondeu a voz entre as nuvens.
- Pelo que ouvi de ti, Noé, cheguei tarde! Alguém já se encarregou de fazer isso!