Quinta-feira, Junho 30, 2005

Carga Policial

O passado fim-de-semana foi manchado por uma ignóbil carga policial sobre 500 jovens que limpavam tranquilamente o areal de Carcavelos.

Três deles deram entrada directa no serviço de otorrinolaringologia com areia nos ouvidos, dois outros padecem de tendinite após resistência ao esticão de alguns banhistas, encontrando-se ainda em observação, e um sexto, mais escrupuloso no asseio da praia, é o caso que inspira mais cuidados, pois suspeita-se que sofra de insolação. Os restantes 494 estão a monte recuperando do traumatismo psicológico de tamanha ingratidão, pelo que devem receber uma comenda compensatória aquando das cerimónias do dia de Portugal de 2006, a realizar na Cova da Moura.

Desses 500 jovens, 499 têm menos de 16 anos de idade; foi uma violência bárbara a forma como a PSP actuou que deveria, em primeiro lugar, ter dialogado com esses jovens e mostrar-lhes que o seu comportamento estava errado, que se podiam magoar como, efectivamente, aconteceu: 3 deles ficaram com areia nos ouvidos e outros 2 ficaram com uma tendinite...

É que, convenhamos que se diga, esses jovens têm a sua personalidade em formação e a violência da PSP, gratuita, pode comprometer o seu desenvolvimento psico-afectivo e incutir-lhes a revolta a violência, coisa que, até então, eles nem sabiam o que isso era!...

Por outro lado, a culpa de tudo isto foi dos banhistas que, em manifesta atitude provocatória, foram à praia levando consigo sinais exteriores de riqueza e de burguesia: relógios, telemóveis, alianças, etc.

Quarta-feira, Junho 29, 2005

Tribunal multa partidos



O Tribunal Constitucional estabeleceu coimas aos partidos políticos, pelas irregularidades apresentadas nas contas relativas ao ano de 2002.

No que respeita aos partidos com representação parlamentar o PS foi o que viu aplicada a maior coima, no valor de 175 salários mínimos nacionais, 60 mil e 900 euros; o CDS/PP foi penalizado em 170 salários mínimos, 59 mil 160 euros; PSD em 150 salários mínimos, 52 mil e 200 euros; o Bloco de Esquerda em 60 salários mínimos, 20 mil e 880 euros; em causa esteve, segundo o Tribunal Constitucional, a “não adopção da prática do depósito integral dos donativos de natureza pecuniária em contas exclusivamente destinadas a esse efeito”.
O PCP foi o partido com a menor coima, 40 salários mínimos, 13 mil 920 euros, motivada pelo “incumprimento da obrigação de despesas superiores a dois salários mínimos por cheque ou outro meio bancário” e por “deficiente organização contabilística”.

O Tribunal Constitucional determinou ainda o prosseguimento do processo para efeito de apurar a responsabilidade pessoal dos dirigentes dos partidos políticos pelas infracções cometidas. Na determinação do montante das coimas foram aceites como atenuantes “os esforços que têm vindo a ser desenvolvidos para suprir as deficiências” que os partidos com representação parlamentar alegaram junto do Ministério Público.

Aprovado por todos os 13 conselheiros que integram o Tribunal Constitucional, o acórdão n.º 288/05 aplicou também coimas aos partidos que não conseguiram eleger qualquer representante, incluindo aqueles, como a UDP, que actualmente já não existem enquanto partido. Desta forma à UDP, 55 salários mínimos; FER (Frente Revolucionária de Esquerda), 50 salários mínimos; e ‘Política XXI’, 45 salários mínimos, todos por não cumprirem a obrigação de “cheque ou outro movimento bancário” em despesas superiores a dois salários mínimos (cerca de 700 euros). PPM e MPT, 35 salários mínimos, não adoptaram prática depósitos em contas exclusivas para esse efeito. MRPP e PH, 10 salários mínimos, viram posta em causa a deficiente organização.

De realçar a exclusão do PNR da lista de coimas aos partidos políticos!

Workshop BE



Workshop?!? Fazer boicotes, ocupar espaços públicos, resistir a uma agressão policial e como agir numa manifestação!?!?
Pelo segundo ano consecutivo o Bloco de Esquerda monta um acampamento especialmente destinado aos pequeninos! Vão ensinar técnicas de desobediência civil, como fazer boicotes, ocupar espaços públicos, como se comportar numa manifestação e como resistir a uma agressão policial, tudo isto magestosamente apresentado num programa artístico. A ideia é ensinar aos mais novos o que denominam como o básico para estarem preparados num futuro próximo. Encoberto pela senda da irreverência característica do Bloco de Esquerda montam-se campos de instrução para mini-terroristas.

Terça-feira, Junho 28, 2005

AVISO: CONTACTOS PROVISÓRIOS DO PNR



Devido à reorganização interna decorrente da II Convenção Nacional do PNR, os antigos contactos do partido estão presentemente desactivados. Em alternativa, e enquanto a situação não for normalizada, estarão disponíveis provisoriamente os seguintes contactos nacionais:

- Telefone: 91 764 75 32

- Endereço Postal: PNR - Apartado 8178 - 1802-001 Lisboa

- O sítio do PNR-Porto funcionará, também em regime provisório, como o órgão oficial de comunicação da Comissão Política Nacional do PNR.

- Todos os contactos do PNR-Porto podem igualmente ser utilizados.

CONVENÇÃO NACIONAL: ELEITA A NOVA DIRECÇÃO DO PNR



Decorreu no passado dia 25 de Junho a II Convenção Nacional do PNR, presidida por José António Pombal. Na primeira parte foram apresentadas duas moções estratégicas e aberto um período para a intervenção dos militantes. Na segunda parte procedeu-se à votação das moções e das listas para os diversos órgãos do partido.

Ambas as moções foram aprovadas por maioria absoluta. Foi eleito o novo Presidente do PNR, José Pinto-Coelho, assim como a nova Comissão Política Nacional e os membros dos restantes órgãos do partido. Além de José Pinto-Coelho, fazem parte da nova Comissão Política Nacional Humberto Nuno de Oliveira, José António Pombal, Pedro Frade, Rui Paulino, João Catarino e João Franco.

No seu discurso final, José Pinto-Coelho realçou que, daqui em diante, a nova equipa dirigente trabalhará no sentido de fazer do PNR um partido mais forte, coeso, determinado e destemido. Para isso, cabe à nova direcção a renovação e reorganização interna do partido que se impõe. Foi ainda anunciada a criação da Juventude Nacionalista, que será coordenada por Filipe Batista e Silva e deverá ser oficializada durante o Verão.

A mudança que se materializou nesta Convenção, e que foi entusiasticamente acolhida por todos os militantes presentes, representa para o PNR um motivo de esperança e coragem para o futuro. Com os novos quadros eleitos, o PNR estará preparado para se transformar, a breve trecho, numa verdadeira força de oposição nacional que realize a unidade dos nacionalistas e que congregue todos os Portugueses fartos do actual sistema de destruição nacional.

VIVA O PNR!!!
VIVA PORTUGAL!!!

Terça-feira, Junho 21, 2005

MANIF versão Jornalistica

TSF online

Confrontos na "manif" em lisboa
O corpo de intervenção da PSP foi obrigado a actuar devido aos confrontos entre os elementos, incluindo jovens cabeças rapadas, de um protesto em Lisboa organizado pela Frente Nacional e as pessoas que fizeram uma contra-manifestação improvisada.



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Publico.pt

Escaramuças no final de manifestação da extrema-direita em Lisboa
O Corpo de Intervenção foi obrigado a formar uma barreira entre manifestantes e populares que se concentraram no Rossio.

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PortugalDiário

Manifestação: «Basta, basta. Imigrantes igual a crime»
Bandeiras de Portugal, algumas cabeças rapadas e cartazes apelando ao «orgulho na raça e novo povo português». Ouviu-se o hino e gritos de «isto é nosso». Polícia evitou o pior quando transeuntes chamaram «fascistas»

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Diáriodigital
PSP evitou confrontos em manif de extrema direita no Rossio

Agentes da PSP com cães tiveram de interpôr-se este sábado entre apoiantes da Frente Nacional e contestários na Praça do Rossio, no fim de uma manifestação «contra a criminalidade» convocada por aquela organização de extrema-direita.

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SIC

Momentos de tensão no Rossio
Agentes da PSP com cães tiveram de interpôr-se, este sábado, entre apoiantes da Frente Nacional e contestários na Praça do Rossio, no fim de uma manifestação "contra a criminalidade", convocada por aquela organização de extrema-direita.

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Diário de Notícias

Tensão na maior manif xenófoba de sempre
Corpo de Intervenção evitou confronto no Rossio, quando alguns populares gritaram contra os manifestantes

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Diário de Notícias

"Nem assaltos nem extrema-direita"

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Correio da Manhã

Polícia evitou confrontos na manifestação skin
O cenário é de tensão. O Rossio de Lisboa está dividido em duas facções. No centro da praça D. Pedro IV, centenas de manifestantes de extrema-direita – entre eles dezenas de ‘skinheads’ – gritam palavras contra a criminalidade e a imigração. Para lá da barreira policial, começa a formar-se um grupo de imigrantes que não resiste e parte para os insultos.

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Lusa
Lisboa/Manifestação: PSP evitou confrontos no Rossio
Lisboa, 18 Jun (Lusa) - Agentes da PSP com cães tiveram de interpôr-se hoje entre apoiantes da Frente Nacional e contestários na Praça do Rossio, no fim de uma manifestação "contra a criminalidade" convocada por aquela organização de extrema-direita

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Lusa
LusaTV: Lisboa-Manifestação da Frente Nacional marcada por pequenos incidentes
Lisboa, 18 Jun (LusaTV) - A manifestação "contra a criminalidade" convocada pela Frente Nacional que hoje juntou cerca de 400 pessoas em Lisboa ficou marcada por alguns incidentes menores e alterações de ordem pública que acabou por levar à intervenção da PSP.

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EuroNews
Cerca de 400 pessoas responderam à chamada da Frente Nacional, a extrema-direita portuguesa, para um protestto contra imigração e contra o aumento da criminalidade em Portugal. Uma reacção à vaga de assaltos que aterrorizou, há 8 dias, os banhistas na Praia de Carcavelos subitamente invadida por centenas de jovens de origem africana.

[ver notícia]



Público

“Portugal está a ser invadido por criminosos que vêm de fora”
Saudações nazis e palavras de ordem contra imigrantes pautaram “Marcha contra a criminalidade”. Corpo de Intervenção da PSP impediu desacatos entre manifestantes e contestatários. Na rua do Carmo, houve momentos de pânico

[da versão Papel]



BBC Brasil
Centenas protestam contra imigrantes em Lisboa
Aproveitando o sentimento de revolta causado pelo arrastão que ocorreu na praia da Carcavelos no dia 10 de junho, a extrema direita portuguesa realizou a sua maior manifestação desde o retorno do país à democracia, em 1974.

[ler notícia]



Terra Noticias
Centenas protestam contra imigrantes em Lisboa
Aproveitando o sentimento de revolta causado pelo arrastão que ocorreu na praia da Carcavelos no dia 10 de junho, a extrema direita portuguesa realizou a sua maior manifestação desde o retorno do país à democracia, em 1974. Na tarde deste domingo, mais de 500 pessoas desfilaram pelo centro de Lisboa pedindo o fim dos crimes e a expulsão dos imigrantes ilegais.

[ler notícia]



Primeiro de Janeiro

Bandeiras de Portugal, «skinheads» e apelos ao repatriamento na baixa de Lisboa «Imigrante igual a crime»

[da versão papel]



Jornal de Notícias

Polícia obrigada a intervir para impedir confrontos
acção PSP teve que realizar uma carga para proteger um cidadão marroquino Fotógrafo ferido à bastonada Populares juntaram-se à manifestação extremista contra a criminalidade

[ler notícia]




A Capital
Skins e PNR protestam e iniciam campanha


Manifestação nacionalista de ontem serviu como acção de pré-campanha para as eleições no Partido Nacional Renovador, que terão lugar no próximo dia 25 de Junho.

[da versão papel]




NOVOPRESS

Il n’y a pas de droits égaux quand tu es pris pour cible du simple fait d’être blanc
Plusieurs centaines de personnes ont défilé samedi après-midi à Lisbonne, à l’appel d’une organisation nationaliste. Elles ont protesté contre l’"immigration” et “la hausse de la criminalité” au Portugal.

[ler notícia]

Segunda-feira, Junho 20, 2005

Se querem copiar... ao menos que copiem bem!

Na Noruega, o horário de trabalho começa cedo, às 8 horas e também acaba cedo às 15.30.

As mães e os pais noruegueses têm uma parte significativa dos seus dias para serem pais, para proporcionar aos filhos algo mais do que um serão de televisão ou videojogos.
Têm um ano de licença de maternidade e nunca ouviram falar de despedimentos por gravidez.

A riqueza que produzem nos seus trabalhos garante-lhes o maior nível salarial da Europa. Que é também, desculpem-me os menos sensíveis ao argumento, o mais igualitário. Todos descontam um IRS limpo e transparente que não é depois desbaratado em rotundas e estatuária kitsh, nem em auto-estradas, até só têm 200 quilómetros dessas alavancas de progresso, nem em Expos e Euros ou carros novos para os Srs. Ministros.

Já é tempo de os empresários portugueses constatarem que, na Noruega, a fuga ao fisco não é uma vantagem competitiva. Ali, o cruzamento de dados devassa as contas bancárias, as apólices de seguros, as propriedades móveis e imóveis e as ofertas de património a familiares que, em Portugal, país de gentes inventivas, garantem anonimato aos crimes e confundem os poucos olhos que se dedicam ao combate à fraude económica.

Mais do que os costumeiros bons negócios, deviam os empresários portugueses pôr os olhos naquilo que a Noruega nos pode ensinar. E, já agora, os políticos. Numa crónica inspirada, o correspondente da TSF naquele país, afiança que os ministros não se medem pelas gravatas, nem pela alta cilindrada das suas frotas. Pelo contrário, andam de metro, e não se ofendem quando os tratam por tu. Aqui, cada ministério faz uso de dezenas de carros topo de gama, com vidros fumados para não dar lastro às ideias de transparência dos cidadãos. Os ministros portugueses fazem-se preceder de batedores motorizados, poluem o ambiente, dão maus exemplos e gastam a rodos o dinheiro que escasseia para assuntos verdadeiramente importantes.

Mais: os noruegueses sabem que não se projecta o nome do país com despesismos faraónicos, basta ser-se sensato e fazer da gestão das contas públicas um exercício de ética e responsabilidade. Arafat e Rabin assinaram um tratado de paz em Oslo. E, que se saiba, não foi preciso desbaratarem milhões de contos para que o nome da capital norueguesa corresse mundo por uma boa causa.

Até os clubes de futebol noruegueses, que pedem meças aos seus congéneres lusos em competições internacionais, nunca precisaram de pagar aos seus jogadores 400 salários mínimos por mês para que estes joguem à bola. Nas gélidas terras dos vikings conheci empresários portugueses que ali montaram negócios florescentes. Um deles, isolado numa ilha acima do círculo polar Árctico, deixava elogios rasgados à social-democracia nórdica. Ao tempo para viver e à segurança social.

Ali, naquele país, também há patos-bravos, mas para os vermos precisamos de apontar binóculos para o céu. Não andam de jipe e óculos escuros. Não clamam por messias nem por prebendas. Não se queixam do excessivo peso do Estado, para depois exigirem isenções e subsídios.
Já é tempo de aprendermos que os bárbaros somos nós, reconhecer isto já seria meio caminho andado para nos civilizarmos.

fonte: EMail anónimo.

VideoReportagem - Manifestação
Contra o Aumento da Criminalidade

José Pinto Coelho do Partido Nacional Renovador, dirige-se aos manifestantes.


Alinhando-se para a marcha.


Cantando o Hino Nacional.


"Basta de crime!".


Humberto Nuno Oliveira do Partido Nacional Renovador agradeçe a presença dos manifestantes.


Vista Parcial do Rossio.


Macaquices.


.

FotoReportagem - Manifestação
Contra o Aumento da Criminalidade


Inicio da concentração no Martins Moniz


[1]. José Pinto Coelho (PNR).
[2]. Cartaz da Caussa Identitária, "Sampaio na Cova da Moura, os portugueses no Martins Moniz".
[3]. "Portugal! Acorda!".


[1]. "Por um futuro sem criminosos".
[2]. Bandeiras ao vento.
[3]. Cartaz da Causa Identitária, "Travar a imigração e repatriar os clandestinos"


[1]. Os manifestantes vão avançando.
[2]. Parte da frente da Manifestação.
[3]. Parte de trás da Manifestação.


[1]. Uma manifestante inesperada.
[2]. Faixa da Frente Nacional, "Não existem direitos iguais quando é um alvo por seres branco".
[3]. Vista parcial da chegada ao Rossio.


[1], [2]. Vista parcial da chegada ao Rossio.
[3]. Cantando o Hino Nacional.


Cantando o Hino Nacional.


Algumas macaquices no final da Manifestação.

Manifestação: um sucesso estrondoso!


Reportagem Vídeo

A manifestação do passado sábado foi um sucesso retumbante! Contou seguramente com a presença de mais de meio milhar de manifestantes. É impossível avançar um número preciso pois os cidadãos foram aderindo durante a marcha, mas é possível que tenha chegado bem perto dos mil manifestantes.


A marcha teve inicio com um minuto de silêncio em homenagem aos 365 portugueses mortos na África do Sul e aos polícias que morrem no cumprimento do seu dever, a pedido de Pinto Coelho do PNR.

Ordeiramente e de faixas erguidas, bandeiras no ar, com as vozes afinadas gritaram em uníssono "Portugal é Nosso" e o Hino Nacional, por volta das 14h30 os manifestantes começaram a dirigir-se para o Rossio.

As três organizações presentes (FN, CI e PNR) colaboraram de forma exemplar, tal como se deve trabalhar em conjunto numa situação destas. A Frente Nacional levou várias faixas, a Causa Identitária levou faixas e cartazes e o PNR bandeiras, todo este cenário era ajudado com bandeiras portugueses levadas pelos manifestantes.

O caminho fez-se ao som do megafone empunhado ora por Mário Machado (FN) ora por Nuno Neves (CI) que relembravam as pessoas do aumento da criminalidade em Portugal, o aumento de africanos nas cadeias nacionais e a necessidade de uma real política de imigração. Todos colaboravam, enquanto transeuntes aplaudiam e juntavam-se nesta marcha até ao Rossio.

Chegados sem problemas e de forma ordeira, os manifestantes são confrontados com uma pequena contra manifestação (???) de pessoas que davam vivas ao 25 de Abril, aproveitando este momento Nuno Neves (CI) relembrou que "os esquerdistas alegam que conquistaram a liberdade no 25 de Abril, nós dizemos que não queremos perder essa liberdade com a insegurança que se vive nas ruas de Lisboa. Porque a liberdade só se consegue com segurança".

Com a paragem dos manifestantes no Rossio, uma pequena e irrisória contra-manifestação de imigrantes tentou provocar os manifestantes que responderam sempre de forma ordeira.

Gostaríamos de salientar que os senhores do SOS racismo, concretamente o MAMADU BA compareceu para tirar fotografias aos manifestantes, e ninguém o provocou. O que é que esse senhor merecia?


Mais uma vez a Frente Nacional, a Causa Identitária e o PNR mostraram que em conjunto se pode trabalhar para um futuro Português e Europeu.

Viva Portugal!


Sexta-feira, Junho 17, 2005

"Até amanhã camaradas!"

SER LIVRE

Quando alguns esperavam que nos deixássemos
submeter, cometeram um erro grande de cálculo, ao
apoiar o plano tenebroso contra nós executado. É que
estamos habituados a ser livres e por nada
trocamos a nossa liberdade!


Quinta-feira, Junho 16, 2005

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA

(Artigo 45.º)

(Direito de reunião e de manifestação)

1. Os cidadãos têm o direito de se reunir, pacificamente e sem armas, mesmo em lugares abertos ao público, sem necessidade de qualquer autorização.

Quarta-feira, Junho 15, 2005

Ora toma!



O nosso Governo, liderado por José Sócrates, deslumbrou-nos uma vez mais com as suas teorias estilo "choque tecnologico"! Em apenas dois meses conseguiu nomear nada mais, nada menos, do que 1094 pessoas, a uma média de 13 por dia! A este ritmo é agora que o desemprego acaba de vez por terras Lusas!! É ainda de salientar que alguns dos nomeados, podendo optar pelas remunerações das empresas onde exercem funções no sector privado, terão salários superiores ao vencimento de ministro ou mesmo do primeiro-ministro.
Aperta o cinto Zé Povinho! Aperta o Cinto!

Terça-feira, Junho 14, 2005

Tombou um Guerreiro...



Acreditem... já nem me lembrava de tal personagem... mas... não quero deixar passar a oportunidade para render homenagem a Álvaro Cunhal!

É com profundo sentimento de pesar que neste momento de dor e sentimento de perda para a sua familia, amigos e camaradas politicos que desejo realçar a figura inconteste de tão invulgar e notável cidadão que pela sua diligente actuação, inexcedível clarividência e acendrado patriotismo, se tornou merecedor do maior respeito como soldado e guerreiro do bastião comunista. A sua coragem, verticalidade e acima de tudo a sua enorme determinação, quando ao seu redor o mundo desabava e lhe parecia errado, nunca desistiu! nunca se rendeu! Ao contrário de muitos outros, nunca renegou as suas convicções.

Tombou um Guerreiro... para "nós", do inimigo, do lado de lá das tringeiras, mas um guerreiro! Deste lado, juntos, erguemos a nossa mão saudando-o respeitosamente, e com profundo pesar despedimo-nos de tão bravo soldado...


"Até amanhã!"

Segunda-feira, Junho 13, 2005

FotoReportagem - Praia de Carcavelos



Olho... penso... analiso... Portugal Africano?! critico... ACORDA PORTUGAL!

Domingo, Junho 12, 2005

Assalto na Praia de Quarteira

Mais uma vez triste e angustiados com a vida que os obrigam a levar, cerca de 50 jovens marginalizados pela sociedade Portuguesa invadiram a praia de Quarteira com o intuito de recriar a actividade cultural da Praia de Carcavelos.
Oriundos da capital, vieram a "rave" no Algarve, durante a identificação dos jovens, um dos militares da GNR foi agredido com um murro na mão e um pontapé na perna, e o agressor - um jovem angolano de 22 anos que viria a ser detido -, tentou ainda tirar a arma ao agente. A GNR identificou ainda dois jovens, de 21 e 22 anos, um residente na Cova da Moura, tal como o detido, e outro da Amadora.

Sábado, Junho 11, 2005

Comemorações do Dia de Portugal - Acto IV

Dia de Portugal em Portimão


Nada... niguém viu nada e nada se passou, "24h00 e tudo vai bem"!

Enfiei-me em casa, convidei nacionalistas, salazaristas, fascistas, skins e nacional socialistas, para ai uma dúzia, jantamos, bebemos moderadamente e divertimo-nos com as noticias e os últimos acontecimentos nacionais e internacionais.
Sim, Sim! parecia um ninho de cobras... mas somos nacionalistas porque vemos a Nação como a única maneira de unir todas as forças para preservar a nossa existência e melhorar as nossas condições de vida.

ps: bem... houve a apresentação da canditatura "Portimão Primeiro" coisa dos PSD e CDS/PP mas não deve ter tido muito a ver com o Dia de Portugal.


Jornalismo Livre

Duas notícias, mesmo conteúdo, títulos semelhantes...

Lusa:
Temas: sociedade portugal lisboa
10 Junho: Polícia e anarquistas confrontam-se no Largo Camões
Ler noticia


Correio da Manhã:
Lisboa: Polícia separa grupos rivais à bastonada
Pancadaria entre skins e anarcas
Ler noticia

o resumo de ambas afirma:
Jovens anarquistas envolveram-se ontem numa escaramuça com elementos da polícia que se deslocaram ao Largo de Camões, em Lisboa, para evitar confrontos com uma facção oposta de nacionalistas que se concentraram naquele local. Um agente da PSP ficou ferido.

Senhor Miguel Curado, se me permite, o senhor é um tangas, um aldrabão, mentiroso e faccioso! E ainda tem a lata e o descaramento de chamar a este tipo de título liberdade de expressão? Eu chamar-lhe-ia de incitamento à violência gostaria que me explica-se, por favor, aonde é que no texto que apresenta no Correio da Manhã (que é chapa batida da Lusa), aonde é que se encontram os tais skins do seu título? e se mais alguém, além dos tidos anarcas, andou à pancada com terceiros? A não ser que considere as forças de autoridade com skinhead... será?!

Senhor Miguel Curado o senhor é um mentiroso faccioso anarquista incitador à violência!

Sexta-feira, Junho 10, 2005

Comemorações do Dia de Portugal - Acto III

Sampaio homenageia primeiro rei de Portugal



O Presidente da República, Jorge Sampaio, homenageou em Guimarães, o primeiro Reio de Portugal, D. Afonso Henriques, com o descerramento de uma lápide contendo uma estrofe do canto terceiro dos Lusiadas, de Luís de Camões.

"De tudo vitorioso triunfo, velho Afonso, príncipe subido"


Comemorações do Dia de Portugal - Acto II

POLÍCIA E ANARQUISTAS CONFRONTAM-SE



Um bando de jovens autop-denominados anarquistas envolveram-se numa escaramuca com elementos da policia que tentavam evitar confrontos com os 30 nacionalistas do movimento "Causa Identitária" que tinham terminado a sua celebração do Dia de Portugal junto a estatua Luis de Camões, onde comemoravam o 10 de Junho - Dia de Portugal.

Enquanto os nacionalistas ripostavam "Portugal, Portugal", os elementos da PSP (duas equipas de intervenção rápida) obrigarão os anarquistas, que empunhavam pedras, fisgas e bandeiras pretas, a dispersar, perseguindo alguns jovens pelas ruas do Bairro Alto.

Os anarquistas desapareceram logo depois da intervenção da polícia, enquanto os nacionalistas permaneceram mais algum tempos no Largo Camões para irem "almoçar com tranquilidade", segundo declararam, tendo garantido logo de inicio que "Não temos intuitos provocatórios. Se cheirar a conflito, desmobilizamos

Comemorações do Dia de Portugal - Acto I

ASSALTO NA PRAIA DE CARCAVELOS



Cerca de 500 jovens tristes e angustiados com a vida que os obrigam a levar, por se sentirem marginalizados invadiram a praia de Carcavelos cerca das 15h00 com o intuito de assaltarem e agredirem os banhistas que lá se encontravam, satisfazendo desta forma a necessiadade se sentissem integrados na sociedade Portuguesa!

Quarta-feira, Junho 08, 2005

AHHAHAHAHA

O cúmulo do ridículo atinge picos do absurdo, reparem na alarvice que se encontra no Indymedia...



como sabem no dia 10 de junho é habitual por parte dos fascistas cá do sítio fazerem uma pequena festa onde mostram (no seguimento do triste "dia da raça") como a sua raça é superior!? no comments!

assim, eles estarão no largo de camões, a partir das 12h de dia 10, onde oradores do PNR e da Causa Identitária farão os seus eloquentes discursos a bem da pátria, da raça e essas merdas todas, sendo que posteriormente vão para um restaurante comer comida portuguesa...obviamente!

enfim, como de fascistas estamos fartos (começando nos que nos governam até aos carequinhas que perpetuam um clima de terror junto de todos os que são diferentes deles...) é proposta uma contra-manif...

dia 10 de junho, martim moniz a partir das 11h...

luta e resiste


gosto particularmente da entidade organizadora, "Coordenadora Antifascista Portuguesa" UAU!!

Terça-feira, Junho 07, 2005

10 de Junho, dia de Luto Nacional



NACIONALISTAS, recolham as bandeiras nacionais! No próximo dia 10 de Junho, façamos luto por Portugal, icemos bandeiras negras nas janelas por todo o país, em nome de mais um momento negro que atravessamos e do que ainda está para vir, fruto da má gestão dos sucessivos governos, que continuam a gastar o que não têm, em prol das mordomias sem as quais não conseguem viver. Não deixemos que meia dúzia de políticos corruptos e incompetentes e os seus amigalhaços continuem a gozar connosco.

NACIONALISTAS, é tempo de nova união!

Portugal terá 1ª plataforma mundial
de energia a partir das ondas



Portugal vai ser o primeiro país a nível mundial a implementar uma plataforma comercial de aproveitamento das ondas do mar para gerar energia. Para além do projecto na Ilha do Pico, também a Póvoa de Varzim contará com um mega-empreendimento resultante da parceria firmada entre a empresa escocesa Norsk Hydro e a Enersis, do grupo Semapa, uma das principais produtoras energéticas no segmento das mini-hídricas.

O complexo inclui a construção em linha de tubos cilíndricos, que deverão fornecer electricidade a 1.500 casas a partir de 2006. Segundo noticia a "New Scientist", a chamada Ocean Power Delivery (OPD) Pelamis P-750 será construída a cerca de 3 quilómetros a norte da costa da Póvoa de Varzim. Portugal deverá ter mais duas instalações de energia a partir das ondas do mar (uma possivelmente em Aveiro), com capacidade para gerar 2.25 megawatts.

Saiba mais em Ciberia

10x Não!



1. A Europa não é um país, não precisa por isso de uma Constituição a não ser que pretenda - como é o caso - consubstanciar-se num SuperEstado, dotado de personalidade jurídica só muito dificilmente revogável. Como documento constituinte, consagra simbologia própria que ninguém lhe encomendou. NÃO!

2. O SuperEstado não tem respeito pela história e identidade europeia: recusaram por isso os tecnocratas que redigiram o tratado qualquer referência às raízes cristãs da Europa, o que somado ao caso Buttiglione, deixa claro que o monstro burocrático convive mal com os valores fundacionais. Como consequência lógica, impigem-nos um documento que não garante o direito à Vida, os direitos da Família enquanto célula básica da sociedade e os direitos de livre escolha sobre a educação das novas gerações. Estas ambiguidades costumam dizer muito. NÃO!

3. Os interesses de cada Estado-membro não são preservados. A regra da unanimidade nos processos de tomada de decisão e o direito de veto são mortos e enterrados. O poder legislativo fica por conta de uma Comissão Europeia que ninguém sufraga e a demografia passa a estabelecer o peso dos Estados no seio da União, o que equivale a dizer que, em seguindo assim, que pouco faltará para a Turquia mandar na Europa. NÃO!

4. Com o "sim", desaparece a soberania nacional. Aprovada a Constituição, cabe à UE estabelecer políticas económicas, orçamentais, monetárias, sociais, desportivas, de turismo, saúde, imigração, energia e as que mais existam. Só por fé inabalável nas bondades dos comissários se poderá pensar que tais políticas visarão defender o interesse nacional e as necessidades dos dez milhões de habitantes da periferia. NÃO!

5. A Constituição a aprovar, bem como os demais diplomas europeus, terá prevalência sobre a Constituição da República Portuguesa (CRP). Não obstante ser coisa sinistra e texto de fraco berço, a CRP é a nossa lei fundamental e assim deverá permanecer. Consequência simples do que atrás foi dito: os governos que os portugueses elegem democraticamente não serão mais do que uma espécie de governos-civis de poderes limitados, que podem ser severamente sancionados pelo centralismo federal assim que meterem o pé em ramo verde. NÃO!

6. A Constituição que aí vem é uma porta aberta à imigração clandestina e um convite à islamização da Europa. Recusando-se a referir as raízes cristãs da Europa, o texto não só não dá um sinal positivo, como entrega a Bruxelas a política de imigração e asilo, ao mesmo tempo que deita definitivamente por terra a existência de fronteiras internas. Com a adesão da Turquia - o texto não prevê, irresponsavelmente, quaisquer limites geográficos à Europa - os cidadãos turcos terão liberdade absoluta de circulação e instalação no território da União, podendo votar nas nossas eleições. Preparem-se pois para encarar um partido fundamentalista islâmico nos boletins de voto. NÃO!

7. A Constituição europeia favorece os aspectos mais sinistros da globalização e o retrocesso dos direitos sociais adquiridos: liberalização dos serviços; políticas de emprego a cargo de Bruxelas, obedecendo a uma visão ultra-liberal da concorrência; agricultura, pescas e têxteis, daqui a uns anos, a invejar as condições que já hoje não lhes são proporcionadas, com o consequente aumento do desemprego em nome de uma falsa produtividade. Enfim, a criação de um corpo sem alma, pouco mais que um hipermercado a que tudo o mais se deve submeter. NÃO!

8. Aumenta a dependência estratégica da Europa face aos Estados Unidos, no quadro de uma total vassalagem aos interesses da NATO. Ao contrário do que é dito pelo "sim", o que nasce é o enterro de uma eventual política comum de segurança europeia. Manda quem pode e obedece quem deve. E manda Bush. NÃO!

9. Esta Europa é uma brincadeira muito cara. Mais competências são mais despesas, mais despesas são mais contribuições financeiras dos Estados-membros - que para pagar sempre continuam a servir. Ao mesmo tempo, terminam os apoios comunitários. Agora, o dinheiro vai para Ankara. NÃO!

10. O dia escolhido pelos políticos do chamado arco constitucional para fazer o referendo - em comunhão de esforços com as eleições autárquicas - seria, só por si, razão bastante para dizer não à Constituição Europeia. Visa apenas distrair as atenções, limitar o debate, evitar explicações incómodas e minimizar os estragos. E eu não gosto de ser comido por parvo. NÃO!

NÃO! NÃO! e NÃO!





POLÓNIA QUER ADIAR O REFERENDO
O presidente polaco, Aleksander Kwasniewski, afirmou que pode vir a adiar o referendo à Constituição Europeia, agendado para Outubro, caso a cimeira da União Europeia a realizar nos próximos dias 16 e 17 não avance com qualquer decisão quanto ao futuro do processo de ratificação do Tratado Constitucional.



REINO UNIDO CONGELA REFERENDO
Jack Straw confirmou a suspensão da realização do referendo à Constituição Europeia no Reino Unido. O chefe ministro dos Negócios Estrangeiros britânico anunciou esta medida na Câmara dos Comuns, justificando que “neste momento, não há razões para actuar nesse sentido”.
Esta decisão surge como consequência da vitória do "não" em França e na Holanda, e poderá levar também a Dinamarca, Irlanda e República Checa a tomar medidas iguais



REFERENDO IMPOSSÍVEL NA REPÚBLICA CHECA
Após o "não" dos eleitores franceses e holandeses ao Tratado Constitucional Europeu e o anúncio do adiamento do referendo a realizar em Inglaterra, a República Checa é o quarto país a pôr em causa o processo de ratificação da Constituição Europeia.



PM LUXEMBURGUÊS DEMITE-SE SE O "NÃO" GANHAR
O primeiro-ministro luxemburguês e actual presidente em exercício da União Europeia (UE), Jean-Claude Juncker, reafirmou que se demitirá se o "não" à Constituição Europeia ganhar no referendo de 10 de Julho no Grão-Ducado.
É uma questão de decência elementar face aos eleitores luxemburgueses", declarou Juncker, em conferência de imprensa.
O Luxemburgo é o próximo país da União Europeia a submeter a Constituição Europeia a consulta popular, depois da vitória do "não" em França e na Holanda.
O "não" à Constituição, minoritário ainda há poucos meses, tem vindo a subir no Luxemburgo. Uma sondagem recente indica que o "não" poderá obter 41%, contra os 24% em Outubro de 2004.



O NÃO SOBE NA DINAMARCA
As sondagens indicam que a Dinamarca poderá ser o terceiro país a votar contra a constituição. Segundo os estudos de opinião, o ‘não’ está a ganhar terreno, agora 39,5% contra 30,8% do "sim", quando há um mês todos os registos apontavam para uma clara vitória do "sim".
A Dinamarca aguarda o próximo Conselho Europeu, que se realiza em Junho, para decidir se realiza ou não o referendo.

Semana dos Estudantes



6 a 10 de Junho
Praça da República

Rave Party
16:00 / 20:00

Animação Radical
Corredor Maluco
Matraquilhos Humanos
Luta Sumo

Segunda-feira, Junho 06, 2005

O grande Oriente Socialista

Um magnifico texto, que não podia deixar de referenciar neste blog, de forma a que a "Ala Leste do Palácio Bívar" espume de convulsões ódio e raiva...

Neste fim-de-semana decorrem as eleições para o cargo de Grão-mestre do Grande Oriente Lusitano, a mais poderosa ordenação maçónica portuguesa. O Grande Oriente Lusitano é uma organização maçónica irregular, progressista, liberal e tendencialmente laica. As lojas do GOL têm sido historicamente bastante politizadas e pelas características que definem o GOL facilmente se depreende a sua ligação ao Partido Socialista. É uma verdade histórica incontornável que o PS e o GOL mantêm ligações de enorme...

Texto completo no blog "Batalha Final"

Colóquio



No âmbito das comemorações do dia 10 de Junho -- Dia de Portugal --o PNR-Porto vai organizar juntamente com a Associação Causa Identitária um colóquio aberto à população, subordinado ao tema «Portugal no séc. XXI - A Resposta Nacional». Todos os portugueses são convidados a comparecer. A entrada é livre!

Data: 10 de Junho - 15h

Local: Auditório da Junta de Freguesia de Lordelo do Ouro - Rua Diogo Botelho, 75 - Porto (em frente ao Hotel Ipanema Park)

Programa:

• João Baptista (PNR) - «Um novo Estado para Portugal»
• Nuno Neves (Associação Causa Identitária) - «O que é hoje ser Português?»
• António Porto Soares (Associação Terra, Identidade, Revolução) - «Imigração, arma do Capital»
• Filipe Batista e Silva (PNR) - «Um movimento nacionalista para Portugal»

Sábado, Junho 04, 2005

Ajuste de contas



Ainda França... Apenas seis dias depois da vitória do «Não», nada como um ajuste de contas!
O líder socialista, François Hollande apresentou uma proposta para afastar todos e qualquer defensores do «Não» dentro do partido, desta feita o Conselho Nacional do Partido Socialista Francês, o PSF, votou favoravelmente, a saída do seu seio dos defensores do «Não», ao referendo sobre a Constituição Europeia.
Na rua da amargura estão para já, Laurent Fabius, Claude Bartolone, Arnaud Montebourg e Henri Emmanuelli, naturalmente, todos eles apoiantes do «Não».
Ao que parece o PSF teima em não ouvir a mensagem dos franceses, preparando o fim do reinado do chefe de Estado, Jacques Chirac, e preparando um novo governo conservador com dois meios primeiros-ministros, Dominique de Villepin e Nicolas Sarkozy.

Segundo as sondagens, o referendo à Constituição Europeia, o «Não» obteve quase 55% dos votos dos franceses e alcançou entre 59% e 60% de apoios apenas entre os simpatizantes do Partido Socialista. O PSF responde desta forma ao «voto maciço» dos franceses com uma «caça às bruxas» e com um «ajuste de contas».

Sexta-feira, Junho 03, 2005

Campos Cunha o Patriota



Quase 15 mil euros mensais é quanto o nosso ilustre ministro de Estado e das Finanças, Luís Campos e Cunha, acumula mensalmente com o salário de ministro e uma pensão de reforma!

A pensãozinha deve-se a ter exercido funções de vice-governador do Banco de Portugal entre 1996 e 2002. Seis anos de funções que lhe deram direito a uma pensão de reforma de oito mil euros mensais. Actualemtne como ilustre ministro de Estado e das Finanças, Campos e Cunha recebe um salário de 6.908 euros, isto sem contar com ajudas de custo e despesas de representação.

Caro contribuinte, note que o Sr. ministro cumpre integralmente e rigorosamente a lei! A pensão é um direito adquirido legal e legítimo, além de que a reforma não tem implicações no défice uma vez que não é paga pela Caixa Geral de Aposentações nem pela Segurança Social...

...assim sim! assim vale apena ser Português Patriota, com 15 mil euros mensais!??! Quem é que quer saber dos aumentos, taxas e outras tristezas!!! Aperta o cinto Zé Povinho! Aperta o Cinto!

Portugal e a Constituição Europeia



Hoje, sexta-feira 3 de Junho de 2005 no Jornal Digital a sondagem de "Como vai votar no referendo à Constituição Europeia?" apresenta-se assim:



10 de Junho



O dia que durante o regime dito fascista, foi o «Dia da Raça», tornou-se na democracia o «Dia de Portugal e das Comunidades Portuguesas».
Ora ai está... já me estão a chamar saudosista e outros nomes mais, mas procurem nos vossos dicionários, até a palavra Raça, é incutida nos nossos dias como uma palavra feia e xenófoba!

"Raças" humanas: O conceito de raças humanas foi usado pelos regimes coloniais e pelo apartheid, na África do Sul, para perpetuar a submissão dos colonizados, ou da maioria negra, mas sem recursos; actualmente, só nos Estados Unidos se usa uma classificação da sua população em raças, alegadamente para proteger os direitos das minorias.

A definição de raça envolve diferenciação biológica, seja de que tipo for, entre seres humanos. As diferenças mais comuns referem-se à cor de pele, tipo de cabelo, conformação facial e cranial, ancestralidade e genética. O conceitos de raça não se confunde com o de sub-espécie e com o de variedade, aplicados a outros seres vivos que não o homem. Por seu carácter é actualmente controverso, pois o seu impacto na identidade social e política da sociedade actual, sendo o conceito de raça questionado por alguns estudiosos como construto social; é um conceito com certo descrédito entre os biológos, por não se conformar às normas taxonômicas.

Utiliza-se o termo raça para identificar um grupo cultural ou étnico-lingüístico, sem quaisquer relações com um padrão biológico. Nesse caso prefere-se o uso de termos como população ou mesmo cultura.

A primeira classificação dos homens em raças foi a “Nouvelle division de la terre par les différents espèces ou races qui l'habitent”, em português, "Nova divisão da terra pelas diferentes espécies ou raças que a habitam", de François Bernier, publicada em 1684. No século XIX, vários naturalistas publicaram estudos sobre as “raças humanas”, como Georges Cuvier, James Cowles Pritchard, Louis Agassiz, Charles Pickering e Johann Friedrich Blumenbach. Nessa época, as “raças humanas” distinguiam-se pela cor da pele, tipo facial, principalmente a forma dos lábios, olhos e nariz, perfil craniano e textura e cor do cabelo, mas considerava-se também que essas diferenças reflectiam diferenças no conceito de moral e na inteligência.

A necessidade de descrever os “outros” advém do contacto social entre indivíduos e entre grupos diferentes. No entanto, a classificação de grupos força o surgimento de consequências negativas, principalmente pelo facto dos termos empregues poderem ser considerados pejorativos pelos grupos visados. Tradicionalmente, os seres humanos foram divididos em quatro grupos, mas a denominação de cada um – pelo motivo indicado - tem variado ao longo do tempo:

• brancos – europeus (ou “euro-descendentes”) – caucasóides;
• marroms – asíaticos (ou “indiano”) – caucasóides;
• pretos ou negros - africanos (ou “afro-descendentes” como, por exemplo, os afro-americanos) – negróides;
• amarelos – asiáticos – mongolóides e
• vermelhos (ou mais comumente peles vermelhas) – índios – ameríndios – nativos americanos – (das Américas).

Como qualquer classificação, esta é imperfeita e, por isso, ao longo do tempo, foram sendo usados outros termos, principalmente para grupos cujas características não se ajustavam aos grupos “definidos”, como é o caso dos pardos para indicar os indígenas do sub-continente indiano, entre outros. De notar que, a par desta classificação baseada em características físicas, houve sempre outras, mais relacionadas com a cultura, principalmente a religião dos “outros”, como os mouros ou “infiéis”, como os europeus denominavam os muçulmanos, ou os judeus.

No início do século XX, Franz Boas pôs em causa a noção de raça e foi seguido por outros antropólogos, como Ashley Montagu, Richard Lewontin e Stephen Jay Gould. Contudo, um número de cientistas, como J. Philippe Rushton, Arthur Jensen, Vincent Sarich e Frank Miele, autores de “Race: The Reality of Human Differences”, proclamam que não só essa tese é falsa, mas que foi politicamente motivada e não tem bases científicas.


Essencialismo
Hooton (1926)
A raça é a grande divisão do género humano, caracterizado como grupo por partilhar uma certa combinação de características derivadas da sua descendência comum, mas que constituem um vago fundo físico, normalmente obscurecido pelas variações individuais e mais facilmente apreendido numa imagem composta.

População
Dobzhansky (1970)
Raças são populações mendelianas geneticamente distintas. Não são populações individuais nem genótipos específicos, mas consistem em individuos que diferem geneticamente entre si.

Taxonomia
Mayr (1969)
Raça é um agregado de populações fenotipicamente similares duma espécie, habitando uma subdivisão da área geográfica de distribuição da espécie e diferindo taxonomicamente de outras populações dessa espécie.

Linhagem
Templeton (1998)
Uma subespécie (raça) é uma linhagem evolucionariamente distinta dentro duma espécie. Esta definição requer que a subespécie seja geneticamente diferenciada devido a barreiras à troca de genes que persistiram durante longos períodos de tempo, ou seja, a subespécie deve ter uma continuidade histórica, para além da diferenciação genética observada.

Dia de Portugal, comemorações...



Ele há coisas que me custam a engolir... uma delas é ver comemorações que deviam acontecer em Portugal... e as grandes festas acontecem um pouco por todo o lado lá fora, em ex-colónias... meus amigos não há pachorra, até os estrangeiros nos têm em maior consideração que os nossos governantes! E ainda vêm o PR bradar para a televisão ao espírito patriótico dos Portugueses...

Por cá... bem... por cá, basicamente não vai acontecer nada relevante pois poderíamos ofender as minorias e nenhum de nos quer ser racistas ou xenófobo...


Vários eventos estão agendados para que o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas seja condignamente comemorado de norte a sul do Brasil. Exposições, mostras de cinema e concursos literários, além de várias recepções fazem parte da programação.
A Embaixada de Portugal em Brasília inaugura no próximo dia 8 de Junho uma exposição de arte contemporânea, sob o título «Arte Portuguesa em Brasília». Trata-se de uma recolha de óleos, gravuras, aguarelas, desenhos e colagens, cobrindo várias décadas do século XX. A originalidade desta mostra consiste em reunir um conjunto seleccionado de obras que actualmente estão em Brasília, nas mãos de diferentes proprietários, desde a Embaixada de Portugal a vários particulares, que aceitaram cedê-las para o evento.

A exposição conterá cerca de 60 obras de mais de 40 autores diferentes, como Almada Negreiros, Mário Cesariny, Cruzeiro Seixas, Paula Rego, Vieira da Silva, Bartolomeu Cid, Júlio Pomar, Hogan, Menez, Palolo, José de Guimarães, Pedro Proença, e outros, ficando patente até 14 de Junho. Esta mostra é patrocinada pela Portugal Telecom e tem a curadoria de Karla Osório.

Em Belo Horizonte, capital do Estado de Minas Gerais, terão lugar o «III Ciclo de Cinema Português Contemporâneo» e a «Retrospectiva de Manoel de Oliveira» a partir desta quinta-feira e até ao próximo dia 12 de Junho. Organizados pelo Consulado de Portugal, em parceria com o Palácio das Artes, as exibições cinematográficas serão no Cine Humberto Mauro. Na programação figuram «Tráfico» e «Quem És Tu?», de João Botelho, «Os Imortais» e «Jaime», de António Pedro Vasconcelos, «Rasganço», de Raquel Freire, e «Sapatos Pretos», de João Canijo. De Manoel de Oliveira serão exibidas cinco das suas criações.

Na cidade do Rio de Janeiro, no dia 10 de Junho o cônsul-geral, embaixador António Tânger Corrêa, oferece um «Porto de Honra» a 2.500 pessoas da comunidade luso-brasileira, no Palácio S. Clemente. No dia 13, na Câmara de Vereadores, acontece uma sessão solene por iniciativa da vereadora Teresa Bergher.

Na cidade de Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro, também ocorre uma sessão solene no Grémio Português da localidade.

Em São Paulo, às 10h30, na Casa de Portugal, é inaugurado o Centro de Apoio a Portugueses Carenciados, a cargo da Provedoria da Comunidade Portuguesa. Para o evento estão convidados todos os dirigentes associativos do Estado.

Em Recife, capital do Estado de Pernambuco, hoje e amanhã decorre o Seminário Internacional «Portugal - Brasil: Ditadura e Democracia. Uma homenagem a Álvaro Lins», promovido pela Fundação Joaquim Nabuco e uma palestra sobre «Internacionalização económica e investimentos luso-brasileiros em Portugal e no Brasil», a ser proferida pelo embaixador de Portugal no Brasil, Francisco Seixas da Costa, na sede da Câmara de Comércio, Indústria e Turismo Brasil-Portugal.

No dia 5 de Junho acontece a comemoração do 83/o Aniversário da Primeira Travessia Aérea do Atlântico Sul, pelos aviadores Gago Coutinho e Sacadura Cabral, iniciativa promovida pelo Gabinete Português de Leitura de Recife. A abertura do projecto «Na véspera de não partir nunca: 70 Anos sem Fernando Pessoa», promovido pela Associação de Estudos Portugueses Jordão Emerenciano, da Universidade Federal de Pernambuco, tem lugar no dia 9. No dia seguinte decorre uma sessão solene comemorativa do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas no Salão Nobre do Gabinete Português de Leitura.

Em Curitiba, capital do Estado do Paraná, tem lugar, de 6 a 10 de Junho, uma «Mostra de Cinema» na Pontifícia Universidade Católica, com os filmes «Jaime» e «Os Imortais», de António Pedro Vasconscelos, «Sapatos pretos», de João Canijo, «Tráfico», de João Botelho, e «Vale Abrãao», de Manoel de Oliveira. No dia 7 de Junho, às 18h30, na Livraria Guerreiro, tem início a «Semana do Livro Português» e no dia 9, às 19h00, o lançamento, pela Casa de Portugal do concurso literário «Cesário Verde: Modernidade e Modernismo» que atribuirá ao primeiro colocado uma viagem a Portugal. Nos dias 9, 10 e 11 de Junho acontece o Festival de Gastronomia Portuguesa, no Hotel Pestana. Ainda para o dia 10 está agendada uma recepção a portugueses, brasileiros e luso-descendentes na Sociedade Portuguesa desta cidade.


Quinta-feira, Junho 02, 2005

Convite para 10 de Junho



Caros Camaradas e Amigos,

A Causa Identitária vem por este meio convidá-los a participar nas actividades, que vamos organizar no dia 10 de Junho de 2005. O dia em que todos os nacionalistas se reúnem para celebrar o passado, presente e futuro da nossa nobre Nação.

A C.I. vai realizar no Dia de Portugal dois eventos nas duas principais cidades do nosso país.

Na cidade de Lisboa a organização do evento estará a nosso cargo, contudo pretendemos contar com a presença de todos nacionalistas no Largo de Camões pelas 12:00. O programa é o seguinte:

12:00 - Encontro no Largo do Camões

12:15 - Discurso do Presidente da C.I.

12:30 - Sessão Aberta

13:00 - Almoço Convívio (confirmação até dia 5 de junho para se reservar restaurante)

Com a realização deste evento junto da Estátua de Luís Vaz de Camões, pretendemos relembrar um dos pilares da cultura Portuguesa, que hoje em dia é tão esquecido pelo sistema educativo que subjuga as nossas crianças.

A C.I. em colaboração com o PNR-Porto vai realizar um Colóquio intitulado "Portugal no Século XXI: A resposta Nacional", com oradores da C.I. e do PNR.

Contamos com a vossa presença.

Saudações Identitárias

www.causaidentitaria.org

Portimão primeiro



Deram-lhe um nome, «Portimão Primeiro»! É a Coligação PSD-CDS/PP para as próximas eleições autárquicas em Portimão. Mendes Bota pelo PSD e Francisco Paulino pelo CDS/PP lá assinaram o acordo formal na segunda-feira passada, dia 30 de Maio.
Ficamos então, e à frente da coligação o social-democrata João Amado e Jaime Dias, o vereador independente, eleito há quatro anos numa lista de coligação com a sigla do CDS/PP e PPM em segundo lugar. A distribuição de lugares será feita em função dos resultados alcançados nas últimas autárquicas, o que significa que o CDS/PP indica os 2º, 5º e 8os. lugares das listas e o PSD os restantes.

Esta coligação acredita que está a criar uma grande movimento que irá representar e agregar, a muito curto prazo, mais partidos, que se irão juntar-se ao movimento mais individualidades, pessoas independentes, da sociedade portimonense (...) acreditam que é um movimento que vai crescer como uma pedra rolante em direcção à vitória.

Jaime Dias
«É também o momento para dirigir uma palavra de especial apreço ao Senhor Dr. João Amado, homem político em que, com gosto e esperança, empenho a minha confiança pessoal e política.Se dúvidas tive, no passado, quanto ao seu perfil político, não as tenho hoje. O Dr. João Amado é um homem atento aos problemas e às ansiedades dos cidadãos, um político inteligente, que sabe ouvir e que goza de uma invejável capacidade de trabalho.»

João Amado
«Lutei desde sempre, desde que iniciei este caminho, para que conseguíssemos arranjar uma alternativa abrangente que incluísse o CDS/PP e que incluísse o sr. vereador Jaime Dias, pessoa que prezo, que admiro e que sei que poderá dar um contributo muito importante a esta candidatura».


«mais partidos se irão juntar...», sinceramente não vejo o PCP ou o BE a alinharem à direita, pessoalmente desconheço qualquer contacto para tal coligação e também não vou lá muito com essas teórias, misturar opiniões e ideologias..., também não estou a ver o PSD-CDS/PP alinhar tanto à direita... mas, pelo o que possa valer, aqui fica o contacto:


Partido Nacional Renovador
Apartado 14271
1064-004 Lisboa
Telefone: 968 747 607
Sitio:
www.partidonacional.org

Letónia ratifica Constituição Europeia



Depois da rejeição dos eleitores franceses e holandeses, respectivamente, no passado domingo e esta última quarta-feira, a ratificação da Constituição Europeia contou no Parlamento da Letónia com 71 votos favoráveis, contra apenas 5 votos contra e 6 abstenções, num total de 100 assentos parlamentares.

Mas ainda há alguém que tenha dúvidas que TODOS os politicos vendem a alma e a mãe para ter o Referendo? Perguntem mas é aos eleitores da Letónia o que é que eles pensam do assunto... isso é que é, votos! Vamos a votos!

Ironia...



O novo ministro reorganizou as finanças públicas recorrendo ao aumento dos impostos (para aumentar as receitas) e reduzindo os gastos com a saúde, a educação e o salário dos funcionários públicos (para diminuir as despesas)

cit ipsis verbis de um manual de História e Geografia de Portugal - ed. Texto Editora, página 26, referindo-se à política de Salazar...



"Advoguei sempre que se fizesse a política da verdade dizendo-se claramente ao povo a situação do País, para o habituar à ideia dos sacrifícios que haviam de ser feitos..." Discurso de Salazar em Junho de 1928"

Holanda diz 63% Não



NÃO 63% x SIM 37%

Tal como aconteceu em França, a taxa de participação foi bastante elevada, acima dos 60%, e os eleitores holandeses, tal como os franceses, utilizaram o referendo – o primeiro de sempre a nível nacional na Holanda – para manifestar o seu descontentamento. Balkenende, considerado pelos críticos como um dos piores líderes de governo holandeses das últimas décadas, mostrou o seu desencanto desculpando-se com os eleitores, que estes estão confusos e não votaram Não ao Referendo, mas apenas o quiseram castigar. Continua a ladainha do Sim, o eterno Sim, os politicos olham para a escolha do povo e continuam a expremer justificações e desculpas onde as não há. Não é Não, e mais nada!

O senhor que se segue por favor! Luxemburgo... ainda não me dei conta do que trás o vento daquelas bandas. O nosso ilustre PM, José Sócrates, reafirmou, a intenção de referendar a Constituição Europeia, apesar do ‘não’ da França e da Holanda. Extraordinário, que simpático, também já é só o que nos falta tirar, o direito a escolher NÃO! Apesar de encapotada ainda não foi declara a ditadura de esquerda em Portugal.

Quarta-feira, Junho 01, 2005

Holanda...



Estima-se que cerca de 60% dos eleitores holandeses rejeitem a Constituição Europeia. No dia em que foram apresentadas as últimas sondagens, o primeiro-ministro holandês, Jan Peter Balkenende, fez um apelo ao ‘sim’, em que reconheceu os medos dos holandeses, mas afirmando que “o futuro da Holanda é na Europa”. Balkenende apelou ainda ao eleitorado para não seguir o exemplo francês, dizendo que os holandeses “devem fazer a sua própria escolha”.

À semelhança do ‘caso francês’, no caso da mais que provável vitória do ‘não’, o governo holandês deverá também cair, uma vez que 80% dos deputados são defensores do ‘sim’.

Apesar do referendo holandês ter um carácter consultivo, a maioria dos políticos anunciaram que respeitariam o seu resultado, se este tivesse uma participação superior a 30%. De acordo com as previsões, a adesão às urnas estará na ordem dos 40% a 50% do eleitorado.

Carta Aberta ao PR & PM

Sua Excelência Presidente da Republica,
Ilustre Sr. Primeiro-Ministro,

Venho por este meio manifestar o meu total apoio ao seu esforço de modernização do nosso país. Como cidadão comum, não tenho muito mais a oferecer além do meu trabalho, mas já que o tema da moda é a Reforma Tributária, percebi que posso definitivamente contribuir com o meu patriotismo.

Passo então a explicar-me, na actual legislação, pago na fonte 31% do meu salário, 20% para o IRS e 11% para a Segurança Social. Como pode ver, sou um cidadão afortunado. Cada vez que, no supermercado, gasto o que o meu patrão me pagou, o Estado, e muito bem, fica com 19% para si, 31% + 19% = 50%.

Sou obrigado a concordar que é pouco dinheiro para o governo poder fazer tudo aquilo que prometeu aos cidadãos em tempo de campanha eleitoral. Por isso, o meu patrão é obrigado a dar ao Estado, e muito bem, mais 23,75% daquilo que me paga para a Segurança Social além de 33% para o Estado, 50% + 23,75% + 33% = 106.75%.

Além disso, quando compro um carro, uma casa, herdo um quadro, registo os meus negócios ou peço uma certidão, o Estado, e muito bem, fica com quase metade das verbas envolvidas no caso.

A minha sugestão, é invertermos os percentuais, a partir já do próximo mês, autorizo o Governo a ficar com 100% do meu salário, ficando apenas com 6,75% sem qualquer ónus, mas o Governo fica com as contas da:

- Escola,
- Seguro de Saúde,
- Dentista,
- Medicamentos,
- Materiais escolares,
- Condomínio,
- Água,
- Luz,
- Telefone,
- Internet
- Energia,
- Supermercado,
- Gasolina,
- Vestuário,
- Portagens,
- Cultura,
- Contribuição Autárquica,
- IVA,
- IRS,
- IRC,
- Imposto de Circulação
- Segurança Social,
- Seguro Automóvel,
- Inspecção Periódica,
- Taxas do lixo, reciclagem, esgotos e saneamento,
- Todas as outras taxas que nos impinge todos os dias e
- Previdência privada e/ou qualquer taxa extra que, porventura, venha a
ser criada pelos Poderes Executivo e Legislativo,
- Lazer.

Um abraço ao Sr. PM e ao Sr. PR e muito boa sorte para ambos, do fundo do meu coração!

'So what?'

Toda a gente pressente que a UE carecerá de receitas próprias, ainda por cima com mais dez países membros carenciados e a perspectiva de um figurino constitucional novo em folha. E isso quer dizer imposto europeu. Os europeus não querem nada disso.

O referendo em França indicia que a sociedade europeia não está preparada para a constituição. O da Holanda confirmará isso.

Os defensores do "sim", claramente concentrados nos países mais fortes e mais ricos (o que quer dizer alguma coisa em matéria de pontaria a futuros directórios e à detenção de posições-chave…), esfalfaram-se a garantir que o novo dispositivo constitucional não colide com o modelo social europeu, com os direitos laborais e sindicais, com as identidades nacionais, com tudo o que se quiser.

E, de facto, formalmente não colide.

Mas as razões do "não", descontados os posicionamentos ideológicos, desde o soberanismo identitário, à direita, até ao estatismo socialista, à esquerda, passando pelo europeísmo gradualista e realista (em que me incluo), têm várias outras explicações evidentes

Os governos têm vindo a ser invariavelmente penalizados pelo descontentamento popular nos actos eleitorais, quaisquer que sejam as suas causas e mesmo que estas nada tenham a ver com o tema da votação (por exemplo, em França, a crise, o desemprego, a imigração, a Turquia, a supressão do feriado do Pentecostes, a directiva Bolkestein, o alarme a propósito da concorrência chinesa nos têxteis).

No clima de habitual descaso que as questões europeias merecem à generalidade das pessoas, estas pressentem instintivamente que o modelo social europeu e o status quo actual são insustentáveis num mundo globalizado e em feroz competição económica.

É cada vez mais evidente que a Europa só poderá sair da crise se encontrar outro modelo, mais flexível, mais agressivo e mais competitivo, que os políticos não ousam encarar de frente e muito menos ousam propor, com medo de perderem eleições.

Ora os eleitorados receiam a criação de mecanismos que, aos poucos, e graças