França: Comboio do Terror
França: Comboio do Terror
Notícias PNR
Sábado, 07 Janeiro 2006
«O testemunho dos passageiros agredidos tornou ainda mais grave o escândalo do ‘comboio do terror’, nome por que é designada a composição onde dezenas de vândalos assaltaram, no dia 1 de Janeiro, centenas de passageiros enquanto se dirigiam à estação de Marselha.» - CM
Segundo notícia divulgada pelo Correio da Manhã de Sábado, 7 de Janeiro, a polícia francesa tentou «evitar que transbordasse para a opinião pública» uma espécie de arrastão levado a cabo por «dezenas de jovens entre os 15 e 20 anos» num comboio da zona de Marselha. O motivo evocado pelas autoridades para a tentativa de silenciamento prende-se com o facto de «viajarem no comboio perto de 600 pessoas». Várias mulheres francesas relataram tentativas de violação e de humilhação pública por parte dos... jovens!
Na notícia divulgada pelo jornal El Mundo o Ministro do Interior Nicolas Sarkozy é apresentado como «exímio na arte de abafar escândalos». E esta é que é a grande questão levantada pela (não) divulgação dos contornos de mais um «arrastão»: o acordo tácito entre os donos do Sistema e os seus lacaios da comunicação social com vista ao silenciamento total dos casos diários de violência associada aos «grupos de jovens» que assolam a realidade do dia-a-dia dos europeus.
Não se trata apenas de mais uma «política de avestruz», tão habitual nos políticos que nos governam, mas é um assunto com contornos de censura institucionalizada, pelas mais altas hierarquias do Estado - neste caso por parte da União Europeia - desde que lançou uma Directiva no sentido de procurar esconder a verdadeira origem do crime.
Além de escandaloso, uma autêntica vergonha! Mais uma traição por parte daqueles que prometeram defender os interesses dos portugueses - e ainda há quem acredite que os actuais partidos do Sistema querem, ou vão, mudar alguma coisa...
Notícias PNR
Sábado, 07 Janeiro 2006
«O testemunho dos passageiros agredidos tornou ainda mais grave o escândalo do ‘comboio do terror’, nome por que é designada a composição onde dezenas de vândalos assaltaram, no dia 1 de Janeiro, centenas de passageiros enquanto se dirigiam à estação de Marselha.» - CM
Segundo notícia divulgada pelo Correio da Manhã de Sábado, 7 de Janeiro, a polícia francesa tentou «evitar que transbordasse para a opinião pública» uma espécie de arrastão levado a cabo por «dezenas de jovens entre os 15 e 20 anos» num comboio da zona de Marselha. O motivo evocado pelas autoridades para a tentativa de silenciamento prende-se com o facto de «viajarem no comboio perto de 600 pessoas». Várias mulheres francesas relataram tentativas de violação e de humilhação pública por parte dos... jovens!
Na notícia divulgada pelo jornal El Mundo o Ministro do Interior Nicolas Sarkozy é apresentado como «exímio na arte de abafar escândalos». E esta é que é a grande questão levantada pela (não) divulgação dos contornos de mais um «arrastão»: o acordo tácito entre os donos do Sistema e os seus lacaios da comunicação social com vista ao silenciamento total dos casos diários de violência associada aos «grupos de jovens» que assolam a realidade do dia-a-dia dos europeus.
Não se trata apenas de mais uma «política de avestruz», tão habitual nos políticos que nos governam, mas é um assunto com contornos de censura institucionalizada, pelas mais altas hierarquias do Estado - neste caso por parte da União Europeia - desde que lançou uma Directiva no sentido de procurar esconder a verdadeira origem do crime.
Além de escandaloso, uma autêntica vergonha! Mais uma traição por parte daqueles que prometeram defender os interesses dos portugueses - e ainda há quem acredite que os actuais partidos do Sistema querem, ou vão, mudar alguma coisa...

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